PONTAL DE CACILHAS

Terça-feira, Setembro 30, 2008

HUMBERTO DELGADO E ARLINDO VICENTE EM ALMADA

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General Humberto Delgado em Almada aquando da Campanha para as eleições Presidenciais de 1958 e com Arlindo Vicente no dia da assinatura do Pacto de Cacilhas.
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Domingo, Setembro 21, 2008

NÃO ABANDONE O SEU MELHOR AMIGO

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Na època de férias, cresce o número de animais abandonados no concelho.
Este é um problema que reflecte a falta de civismo de alguns cidadãos.

Terça-feira, Julho 15, 2008

SERVIÇOS E POSTO DE TURISMO EM CACILHAS

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No antigo quartel dos Bombeiros de cacilhas vai existir um posto de Turismo.
A Autarquia vai avançar com as obras de recuperação do histórico edificio.



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Segunda-feira, Junho 30, 2008

FAUNA E FLORA DO PARQUE DA PAZ

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Está patente no Gabinete do Parque da Paz, desde 29 de Maio, a exposição documental Parque da Paz - Fauna e Flora


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Quinta-feira, Junho 12, 2008

IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO NA ÚLTIMA FASE DE OBRAS

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Dentro de meses os Almadenses vão ter mais um lugar de culto.
A Igreja de São Sebastião está a ser recuperada pela autarquia e a intervenção encontra-se na sua fase final


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Segunda-feira, Maio 05, 2008

ALMADA - KWANZA SUL

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Gestos de Mulher para o Futuro :
Educar e reconstruir.
Almada / Kwanza Sul.


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Domingo, Maio 04, 2008

ALMADA VISTA ATRAVÉS DOS LIVROS

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De 2 a 31 de Maio
Mostra Bibliográfica.
Biblioteca Municipal
Organização da Camara Municipal de Almada - Forum Municipal Romeu Correia
Ter. a Sáb. 10:00 - 18:00


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Sábado, Maio 03, 2008

COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO

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O Teatro Municipal de Almada acolhe uma vez mais a Companhia Nacional de bailado. A CNB irá apresentar um programa composto por dois bailados contemporâneos, com coreografias de dois dos mais prestigiados coreógrafos internacionais, que estreou em Abril no Teatro Camões, em Lisboa.
Com este programa a CNB celebra a criação de dança contemporânea.
21.30h - Sala Principal



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2ºS ENCONTROS DE FADO DE ALMADA

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Sexta-feira, Maio 02, 2008

SEMENTES

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Quinta-feira, Maio 01, 2008

CAPA DA AGENDA DE MAIO

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Domingo, Abril 27, 2008

PLANTAÇÃO E SUBSTITUIÇÃO DE ÁRVORES

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Parque de estacionamento da Praia da Rainha.


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Terça-feira, Abril 22, 2008

ALMADA ASSOCIA-SE AO ANO INTERNACIONAL DO PLANETA TERRA

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A marcar o Dia da Terra, que se celebra a 22 de Abril, Almada associa-se oficialmente às comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra promovido pela UNESCO.


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Domingo, Abril 20, 2008

LARGO DE CACILHAS RECEBE TERMINAL MST

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O emblemático Largo Alfredo Dinis (Alex) vai ser alvo de requalificação, ganhanmdo-se aqui um espaço moderno e funcional, que sirva os milhares de utentes de transportes públicos e todos aqueles que queiram usufruir de um espaço singular.
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Sexta-feira, Abril 18, 2008

LAR DE SANTIAGO FAZ OBRAS PROFUNDAS

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A Câmara Municipal de Almada atribuiu 100 mil euros para apoiar as obras de beneficiação do Lar de Santiago, garantindo melhor qualidade de vida a mais de 60 idosos.


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Terça-feira, Abril 15, 2008

DOIS NOVOS AUTOCARROS NA FROTA MUNICIPAL

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Os autocarros municipais Maré Jovem e cais do Ginjal, há 15 anos ao serviço, vão ser substituídos por dois novos veículos, que recebem o mesmo nome mas uma nova imagem.


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Sexta-feira, Abril 11, 2008

MOSTRA DO ENSINO SUPERIOR NA PRAÇA DA LIBERDADE

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16 a 19 de Abril, Praça da Liberdade, Fórum Romeu Correia.


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Terça-feira, Abril 08, 2008

TRAJECTO DA LINHA DE MUITO ALTA TENSÃO NO CONCELHO

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Com o objectivo de travar o processo de passagem de uma Linha de Muito Alta tensão no concelho de Almada, o Municipio e Juntas de Freguesia avançaram com Providência Cautelar.


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Terça-feira, Abril 01, 2008

AJUDA A MUDAR O MUNDO

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A Câmara de Almada fez um desafio para a participação na Agenda 21 da Criança.
Este ano há duas formas de ser feito : enviar o postar RSF, incluído no Boletim Municipal de Março, com as ideias de cada um; ou aceder ao site www.almada21crianca.pt onde de forma simples poderás mandar uma mensagem e um desenho à presidente da Câmara Municipal de Almada.
Até 16 de Maio, deverão ser enviadas as sugestões para tornar Almada e o Planeta mais sustentáveis.
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Sábado, Março 15, 2008

ALMADA EM CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE RUIDO

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Almada esteve representada no Congresso Internacional "Ruido na Cidade" que decorreu nos dias 13 e 14 de Março em Amesterdão, na Holanda.
Debateu-se o que mais recente se fez na Europa em termos de gestão do ruído em meio urbano.


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Terça-feira, Janeiro 15, 2008

FRAGATA D. FERNANDO II E GLÓRIA EM CACILHAS, UMA HISTÓRIA DE GLÓRIA



A Fragata D. Fernando II e Glória foi o último grande navio que os estaleiros do antigo Arsenal Real de Marinha de Damão construíram para a marinha Portuguesa.
A viagem inaugural, de Goa para Lisboa, teve lugar em 1845, com largada a 2 de Fevereiro e chegada ao Tejo a 4 de Julho. Durante os 33 anos em que navegou, percorreu cerca de 100 mil milhas, correspondentes a quase cinco voltas ao mundo.
No século XX, em meados dos anos 40, não estando já em condições de ser utilizada pela Marinha, iniciou uma nova fase da sua vida, passando a servir como sede da "Obra Social da Fragata D. Fernando", criada para recolher rapazes oriundos de familias de fracos recursos económicos, que ali recebiam instrução escolar e treino de marinharia.
Em Abril de 1963, foi destruída em grande parte por um incêndio, tendo permanecido ao longo de três décadas "encalhada" no Mar da Palha. Foi depois recuperada, tendo os trabalhos ficado concluídos em 1998, para os quais a Câmara Municipal de Almada contribuiu financeiramente, além de muitas outras entidades.

Domingo, Janeiro 13, 2008

FRAGATA D. FERNANDO II E GLÓRIA EM CACILHAS, O PROTOCOLO



A chegada a Cacilhas do último navio a percorrer a "Carreira da Índia" é o resultado de um protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Almada, a Marinha de Guerra Portuguesa - proprietária da fragata -, e a Gil Atlântico, SGII SA - proprietária da Doca.
Segundo este protocolo xabe à Câmara de Almada proporcionar todas as condições para a permanência da fragata e à Marinha a sua reparação. Neste sentido a autarquia desenvolveu obras de melhoria da Doca e irá colocar no local "contentores" de apoio à reparação, que incluem espaços para carpintaria.
O navio encontrava-se há alguns anos num local na margem norte do Tejo que não oferecia as melhores condições de docagem. Nos últimos meses permaneceu no Arsenal do Alfeite.

Sexta-feira, Janeiro 11, 2008

FRAGATA D. FERNANDO II E GLÓRIA EM CACILHAS



Navio Vai ser reparado.
O último navio a fazer a "Carreira da India" já se encontra em Cacilhas, local onde vai ser reparado.
Espera-se que dentro de algum tempo possa ser visitado.
A emblemática Fragata D. Fernando II e Glória já se encontra em Cacilhas.
A acostagem realizou-se no passado dia 26 de Novembro.
A doca 2 da ex Parry & Son, Cacilhas, é agora o local onde nos próximos anos será reparada e, a seu tempo, possivel de ser visitada.
No dia de acostagem foi ainda realizada a "secagem" da doca e o escoramento da embarcação.

Domingo, Dezembro 09, 2007

COSTA DA CAPRICA, DATAS E FACTOS


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1147 - São conquistados aos mouros o castelo de Almada e terras circundantes até à foz do Tejo.
1170 - Em Março, o nosso primeiro Rei concede a Almada o seu primeiro foral.
1190 - D.Sancho I dá-lhe o segundo foral.
1191 - Almada é retomada e o seu castelo destruído.
1195 - D.Sancho I ataca os mouros e reconquista definitivamente Almada, reconstruindo o castelo.
1380 - Uma mulher idosa destes lugares acha no Cabo Espichel uma pequena estátua da Virgem Maria.
1348 (18 de Novembro) - O Santo Condestável, passa de madrugada pela Sobreda, indo atacar o Castelo de Almada em poder dos Castelhanos.
1442 - É erigida a Ermida de Santa Maria do Monte.
1472 - O Sumo Pontífice Sisto IV, funda a freguesia que mais tarde se chamou de Caparica.
1482 - A Ermida de Santa Maria do Monte depois de transformada em Igreja, é sagrada por D.Nuno de Aguiar, 1º Bispo de Tânger.
1529 (13 de Janeiro) - Data do documento mais antigo em que encontramos o nome de Caparica.
1570 - El Rei D.Sebastião reedifica a Torre Velha, que passa a denominar-se Torre de S. Sebastião de Caparica.
1575 (21 de Janeiro) - É lavrado o primeiro assento de baptismo.
1646 (13 de Outubro) - Decreto de D.João IV sobre a construção da Torre do Bugio, segundo o projecto de Frei João Turriano.
1755 - Violento terramoto em todo o País. Em Caparica fica destruída a Igreja Paroquial.
1912 (24 de Agosto) - Morre no largo da Torre, Raimundo António de Bulhão Pato. Residia em Caparica desde 1890.
1939 - Na mata florestal da Costa de Caparica, cria-se a Colónia de Férias da Fundação Nacional para Alegria no Trabalho (FNAT hoje INATEL).

Centro de Artes Orientais - www.cao.pt

Sábado, Dezembro 08, 2007

COSTA DA CAPARICA, HISTÓRIA


Photo portugalweb.net

Considerada, em tempos, uma das localidades mais ricas do concelho de Almada, o Monte de Caparica seria instituído sede da freguesia da Caparica desde a sua fundação, em 20 de Novembro de 1472, por bula do Papa Sisto IV.
Dada a sua grandeza e primitiva extensão faziam parte desta freguesia, além do Monte, os lugares da Costa, Charneca, Sobreda, Porto Brandão e Trafaria, localidades que devido ao desenvolvimento populacional e às sucessivas divisões administrativas do concelho, passaram a ter a sua autonomia própria como freguesias.
Sendo o Monte de Caparica um lugar de enorme vivência social, foi aí fundada, em 1865, a Associação Filarmónica Protectora Monte Pio de Nossa Senhora do Monte de Caparica, Instituição que fornecia socorros e medicamentos às pessoas mais carenciadas.
No ano de 1878, seria, também,criada outra Associação Mutualista, denominada Monte Pio Caparicano de Nossa Senhora do Rosário, vindo mais tarde a surgir a Monte Pio de Nossa Senhora do Cabo.Não foi só no mutualismo que os monte caparicanos tiveram um papel preponderante.
Também na cultura e recreio desenvolveram grande actividade e as suas afamadas filarmónicas, a nova denominada por "Caldeireiros" e a velha por "Marroquinos", somente após forte rivalidade, seriam extintas em finais do século XIX.
No dia 27 de Junho do ano de 1892, seria instaladonuma das propriedades de António Augusto Teixeira da Silva, por sua iniciativa, o Teatro Garret, com capacidade para 300 pessoas. Este notável industrial, que veio residir para o Monte de Caparica em meados de 1876, fundaria, também, o vistoso Hotel Central Club, vindo, mais tarde, adesempenhar as funções de administrador-substituto do concelho de Almada.
Terra de grande riqueza, aqui viveram grandes nomes da política e do meio social de Almada como: Joaquim Ramos Marques, importante comerciante e vereador municipal; António Baptista Cabral, ex-vereador e presidente da vereação no ano de 1897; José Gomes, juiz de paz e regedor da paróquia; João Francisco Marques, afamado comerciante e político de grande vulto local;Miguel M. Ricaldes da Silva, antigo almoxarife da Real Quinta do Alfeite; e, ainda, o grande escritor e poeta romântico Bulhão Pato, autor de várias obras, entre elas o famoso Livro do Monte, editado em 1896.
Esta ilustre figura das belas-letras, das ideias e da sociabilidade do século XIXportuguês viria a falecer em 24 de Agosto de 1912, estando sepultado no cemitério local.Não dispondo, actualmente, de grandes edificações, salienta-se como imóveis de grande interesse arquitectónico e artístico o Convento dos Capuchos, o recente monumento erigido em memória do Dr. José Pessoa e a igreja matriz, fundada em 1482, bastante danificada com o terramoto de 1755 e reconstruída durante o reinado de D. José.
Segundo o Dicionário Geográfico de Portugal, o grande zelo dos moradores fez com que estes erigissem, no lugar onde estava situada uma ermida consagrada a Santa Maria, uma igreja de maiores dimensões que, no dia 24 de Maio de 1482, foi sagrada por D. Nuno, Bispo de Tânger.
Este vistoso monumento de grande amplitude e linhas simples, onde predominava um barroquismo severo, possui agora, no seu interior, vistosos painéis de azulejos azuis recortados sobre esmalte branco, com molduras policromadas nas paredes da nave, historiando os passos do "Cântico dosCânticos", datando da época setecentista.
No altar-mor existe um retábulo de talha neoclássica podendo admirar-se uma curiosa escultura em madeira de Nossa Senhora do Monte.
Nos restantes altares existem vários retábulos, encontrando-se, na sua capela ao lado da Epistola, uma tela do século XVIII, representando a última Ceia.
Neste importante templo de Almada existiu um retábulo de quatro painéis da autoria do célebre pintor lisboeta do Séc. XVII Domingos Vieira, de alcunha "O Escuro". Considerada, na época, como ofensiva, a obra mereceu do Tribunal de Inquisição uma ordenação, tendo como objectivo a sua destruição.
Do relatório da diligencia feita, por ordem da mesa da Inquisição, pelo Padre Jorge Cabral, consta que o retábulo fora executado por iniciativa do Cura da referida igreja, António Rodrigues das Neves, por volta de 1627, no tempo em que ele era oficial da confraria de Nossa Senhora da Conceição, sendo o seu autor Domingos Vieira, residente em Lisboa, e que, comummente,assiste em casa do Conde de Monsanto.
0 parecer do Sacerdote inquiridor apontava para que se raspassem as imagens e os respectivos letreiros do retábulo. Este dividia-se em vários compartimentos, num dos quais estava debuxada Nossa Senhora da Conceição, tendo, de um lado, São Tomás, que aparecia em posição humilde, e, de outro lado, com um ar triunfante, o Dr. Scotto, "em forma que o doutor Angélico está muito humilhado, e Escoto muito alegre", saindo da boca de um e de outro letreiros com frases que ofendiam a meticulosidade de certos ortodoxos.Perante tal incumbência, foi datada em 24 de Setembro de 1634 uma certidão comprovativa pelo então Padre da Caparica, António Luís, certificando a raspagem das letras e das imagens do retábulo.
Este pitoresco e curioso caso, da nossa história local foi objecto de estudo e análise a Augusto Cardoso Pinto, que em 21 de Janeiro de 1942, numa palestra realizada em Lisboa no Museu das Janelas Verdes, dissertou sobre a obra de Domingos Vieira e sobre o processo de inquisição a que fora submetido.
Aliás este assunto já tinha sido advertido por Sousa Viterbo na sua obra "Notícias de Alguns Pintores Portugueses", editada em 1906, trazendo a públicoimportantes documentos do cartório do Santo Ofício, relatando curiosas e valiosas referências a esta importante peça da arte portuguesa, desaparecida após o terramoto de 1 de Novembro de 1755.


©Artur Vaz, "Jornal da Região" de 29.9.1999
Centro de Artes Orientais - www.cao.pt

Sexta-feira, Dezembro 07, 2007

COSTA DA CAPARICA, TOPÓNIMO


Photo portugalweb.net

A palavra Caparica provém do latim cappar, cappari ou capparis, este por sua vez proveniente do grego kapparis que significa Alcaparra, um arbusto hortense (Capparis espinosa, lin.), cujos botões em conserva são muito conhecidos por servirem para estimular o apetite. Caparica, será portanto o lugar onde existem alcaparras, o alcaparral.Dada a maior incidência no Concelho de topónimos de etimologia latina que de origem árabe, quer-nos parecer que Caparica provirá do latim. Não será apesar de tudo de excluir a proveniência árabe, a partir de al-kabbara que, por sua vez é derivado do latim.

©Factus, jornal da DAEFCT n.º 4
Centro de Artes Orientais - www.cao.pt

Quarta-feira, Novembro 28, 2007

CAIS DO GINJAL JUNTO AO OLHO DE BOI, CACILHAS




Cais do Ginjal junto ao Olho de Boi - Cacilhas
CMA Set. 2000 © CMA


Terça-feira, Novembro 27, 2007

ELEVADOR DA BOCA DO VENTO E JARDIM DO RIO, VISTO DO GINJAL, CACILHAS



Elevador da Boca do Vento e Jardim do Rio,visto do Ginjal - Cacilhas
CMA Jul. 2005 © CMA


Segunda-feira, Novembro 26, 2007

PONTE 25 DE ABRIL, À NOITE



Ponte 25 de Abril à noite
CMA Jun. 2004 © CMA


Domingo, Novembro 25, 2007

CACILHEIRO EM TRAVESSIA NO RIO TEJO



Cacilheiro em travessia no rio Tejo
CMA Out. 2002 © CMA


Sábado, Novembro 24, 2007

TELMA MONTEIRO, PRESTIGIOU PORTUGAL E É O ORGULHO DOS ALMADENSES



Telma Monteiro é vice-campeã mundial e confirma presença em Pequim 2008.
A judoca do Feijó, que representa o Benfica / Construções Norte-Sul, foi a única europeia presente num pódio maioritáriamente asiático, após quinze horas em competição e seis combates com adversárias bem cotadas.
Depois da medalha de bronze no Cairo (2005) é a segunda vez consecutiva que stá entre as melhores do Mundo.



Sexta-feira, Novembro 23, 2007

NOVA PRAÇA SÃO JOÃO BAPTISTA




Mais uma nova Praça renasce em virtude da construção do Metro Sul do Tejo.
A emblemática São João Baptista vai ser requalificada e tornar-se mais aprazível para almadenses e visitantes.


Sábado, Novembro 17, 2007

ERMIDA DE S. SEBASTIÃO, TOTALMENTE REQUALIFICADA

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As Obras para a conclusão sa reconstrução e requalificação da Ermida de S. Sebastião vão avançar para a segunda fase de trabalhos que inclui acabamentos, mobiliário e arranjo do espaço exterior.
Ao fim de um longo trabalho de investigação histórica, arquitectónica e artistica e de um conjunto de obras, a Ermida de S. Sebastião, no Largo das Andotinhas, no centro de Almada, recuperou a dignidade perdida, entrando brevemente na fase final de obra.
Em Outubro termina o concurso público para segunda, e última, fase das obras de reconstrução deste edifício, prevendo-se que a empresa ganhadora entre no terreno no início do próximo ano, dependendo do visto do Tribunal de Contas.
A memória recente que todos têm deste edifício é o seu elevado estado de degradação. Isto porque desde princípio do século XIX que não existe culto nesta Ermida, tendo tido os mais diversos usos : palheiro, taberna e habitação precária.
Actualmente, quem passa pelo Largo das Andorinhas já consegue observar a renovação do edifício. As paredes pintadas de branco, a cobertura nova e o alçado principal (no qual sobressai a cantaria a eixo, um arco de asa de cesto encimado por janelão rectangular e frontão curvo interrompido por cartela, em cujo interior estão três setas relevadas, em alusão à iconografia do orago, o Mártir S. sebastião) já são visiveis a partir do exterior.
O interior, onde em tempos existiram dois pisos de habitações degradadas, é agora um espaço amplo e iluminado com luz natural que entra directamente por grandes janelas rasgadas na parte superior das paredes.
O tecto da nave, uma abóboda de berço, está forrado com fasquiado de madeira que já dá ao interior do edifício um ambiente acolhedor.

Sexta-feira, Novembro 16, 2007

ERMIDA DE S. SEBASTIÃO, CONHECER O EDIFÍCIO

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Durante a primeira fase de obras foi possivel conhecer profundamente o edifício original, conhecimento que determinou os necessários ajustes definidos para a segunda fase do projecto de requalificação.
Foram encontradas as fundações da Ermida do Séc. XVI cuja configuração se desconhecia, e sobre as quais está construído o actual edifício, que data do Séc. XVIII.
Foi encontrada a pedra do púlpito, que tinha sido retirada da sua localização original para ser utilizada como revestimento de pavimento, assim como algumas outras cantarias enterradas.
Foi ainda identificado o acesso ao coro alto, que será mantido.
Considerando que o uso original do edifício lhe será devolvido, define-se uma nova entrada mais confortável a sul e uma nova sacristia, também a sul.
Todos os acabamentos necessários, o mobiliário, uma iluminação adequada, assim como a requalificação da área envolvente e construção do adro completará esta fase final de obras, a qual terá uma duração possível de 15 meses, após o visto do Tribunal de Contas.
Quando estiver pronta, a Ermida de S. Sebastião será então devolvida à população para a sua função original, ou seja, ao culto religioso.



Quarta-feira, Outubro 31, 2007

ERMIDA DE S. SEBASTIÃO, UMA HISTÓRIA DE SUCESSIVAS RECONSTRUÇÕES

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A primeira noticia de uma edificação no local da Ermida de S. Sebastião, que consta num assento dos irmãos da Mesa da Misericórdia de Almada, data de 26 de Julho de 1587.
Os sinais de ruína da igreja do século XVI obrigaram à total reedificação da Ermida de S. Sebastião entre 1729 e 1739.
Com o terramoto de 1755 o templo volta a ficar novamente em ruínas, tendo a sua reconstrução sido paga com os fundos angariados pela população.
Desde as décadas de 80-90 do século XIX até 1904 o edifício serve de palheiro e abegoaria da Câmara de Almada, tendo em 1904 sido vendido em hasta pública a um particular.
Em 1937 há registo de um conjunto de construções edificadas de forma avulsa e anexadas ao edifício da Ermida.
Em Fevereiro de 1987 iniciam-se as negociações entre a Câmara Municipal e os 12 co-proprietários para aquisição da Ermida de S. Sebastião e, em Fevereiro de 1993, é feita a escritura de aquisição por parte da Câmara Municipal.
A 25 de Outubro 1999 a autarquia procede ao realojamento das sete familias que vivem em condições precárias na ermida, seguindo-se depois as demolições das construções arruinadas e os estudos de edifício.
No dia 2 de Abril de 2005 é assinado o auto de consignação para execução da primeira fase da obra.
Segue-se agora a segunda fase da obra.



Terça-feira, Outubro 30, 2007

QUINTA DO ALMARAZ COM VISÃO ESTRATÉGICA

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Os Bombeiros Voluntários de Cacilhas, Av. Aliança Povo MFA, receberam no dia 20 de Outubro, pelas 18 horas, a 3ª edição do Fórum de Participação sobre o Estudo de Enquadramento Estratégico Quinta do Almaraz / Ginjal.
Na sessão vai ser apresentada a Visão Estratégica para esta àrea, que abrange cerca de 175 ha.
A equipa que está a trabalhar neste estudo é liderado pelo arquitecto Samuel Torres de Carvalho e constituída por especialistas de várias disciplinas.

Segunda-feira, Outubro 29, 2007

O MUNDO DA ÁGUA : DA NATUREZA À TORNEIRA

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Os Serviços Municipalizados de àgua e saneamento de Almada lançaram um mini-site (www.smasalmada.pt) com animação que permite seguir o ciclo da água na terra, numa abordagem inédita que contempla conteúdos científicos e outros que alertam para a necessidade de preservar esta fonte de vida.

Domingo, Outubro 28, 2007

OUTUBRO, MÊS DA MÚSICA EM ALMADA

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Segunda-feira, Outubro 22, 2007

EÇA E CACILHAS

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Eça de Queirós foi um grande escritor, embora nunca se tenha tornado muito popular, provavelmente por opção pessoal, já que nunca sentiu vontade de escrever sobre a gente comum, como o Camilo Castelo Branco, por exemplo.

Sempre se assumiu como um estrangeirado, não só por ter viajado muito, mas também por ter exercido funções como consul de Portugal, em Cuba e Inglaterra.

Foi neste último país que redigiu as suas célebres "Cartas de Inglaterra", além dos seus romances "O Primo Basílio" e os "Maias", talvez as suas obras mais emblemáticas...

Nestas suas cartas, encontrei uma "pérola" dedicada a Cacilhas, talvez por não gostar muito de burros nem de tascas, tão populares na época entre nós...

Ele escreveu assim: [...] «É esta fresca ralé que fica em Londres: de modo que apenas a humanidade superior, os dez mil de cima, como tão pitorescamente se diz, partem para os seus castelos, as suas vilas à beira-mar, ou os seus yatchts - Londres, apenas habitado pela turpa abjecta, torna-se sobre a face da terra, como a lamentável Cacilhas.» [...]

Lamentável é este considerando, embora vindo de quem vem, até possa ser considerado elogio...



Este magnifico postal e este texto foi retirado de um Blogue de referência cá da nossa terra... Almada!
Casario do Ginjal (
http://casariodoginjal.blogspot.com/

Domingo, Outubro 21, 2007

O PONTAL DE CACILHAS

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Cacilhas no final do século XIX era assim, apenas com um pequeno cais, ou se quiserem, Pontal...


Este magnifico postal e este texto foi retirado de um Blogue de referência cá da nossa terra... Almada!

Segunda-feira, Outubro 15, 2007

JARDIM DA COVA DA PIEDADE

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Venha até ao Jardim da Cova da Piedade e sente-se num dos bancos de madeira, de costas para o movimento dos carros da Avenida 23 de Julho.
Neste percurso propomos-lhe recuar cerca de 200 anos no tempo, até uma época em que apenas existia um automóvel na Cova da Piedade.
Aprecie os arabescos do coreto, em ferro forjado, que parecem uma renda finíssima que alguém teceu na dureza do metal.
Este trabalho é característico da Arquitectura do Ferro (séc. XIX).O coreto para o qual está a olhar recorda a Batalha da Cova da Piedade (1833): depois de uma caminhada a pé desde o Algarve, os Liberais enfrentaram os Miguelistas nesta freguesia.
E apesar da desvantagem numérica, os apoiantes de D. Pedro ganharam esta luta e embarcando de Cacilhas para Lisboa.
Na capital deu-se a derradeira vitória dos Liberais.
Os nomes das avenidas 23 de Julho (Cova da Piedade) e 24 de Julho (Lisboa) assinalam exactamente o percurso da vitória liberal.


Almada Informa

Sábado, Outubro 13, 2007

ALMADA FASHION 2007

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É já no dia 13 de Outubro que o "Almada Fashion" leva uma vez mais a moda nacional à Praça da Liberdade, fazendo desfilar as propostas das lojas do concelho para o próximo Outono-Inverno 2007.

Este ano, a apresentação do evento estará a cargo da apresentadora televisiva Merche Romero e o desfile terá como protagonistas Andreia Dinis, Ana Rita, Rita Lacerda, Alexandre Silva, Nilo, Pepe, entre outros.

O desfile terminará com algumas surpresas, para além de um espectáculo de música e dança.
Agendado inicialmente para dia 29 de Setembro, o "Almada Fashion" teve que ser cancelado devido ao mau estado do tempo.


Almada Cidade Digital

Segunda-feira, Outubro 08, 2007

TODAS AS CORES NA COSTA AZUL

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Quinta-feira, Setembro 27, 2007

SEMANA DA COSTA AZUL : ALMADA

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Segunda-feira, Setembro 24, 2007

SEMANA DA COSTA AZUL

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Domingo, Setembro 23, 2007

3ª EDIÇÃO DAS TASQUINHAS E BURRICADAS EM CACILHAS

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Cacilhas, na freguesia de Almada, recebe a 23 de Setembro (domingo) a terceira edição das «Tasquinhas e Burricadas». Do programa destaca-se a tradicional «Corrida de Burros», que se realiza pelas 15:00 horas.
Para o efeito, o trânsito vai ser cortado entre as 09:00 e 19:00 horas na Rua Cândido dos Reis, principal artéria daquela freguesia, e os carros vão dar lugar aos burros e pessoas com trajes típicos dos fins do século XIX e inícios do século XX.

Durante todo o dia haverá passeios de burros pela zona, bancas de doces regionais, artesanato ao vivo, danças e cantares regionais, jogos tradicionais e muita animação de rua.
O evento é organizado pelos Agrupamento 510 dos Escuteiros de Cacilhas e conta com o apoio da Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia de Cacilhas e comércio local.


Texto Portugal Positivo

Segunda-feira, Agosto 20, 2007

BANDEIRA AZUL DÁ MAIS AZUL ÁS PRAIAS DA COSTA AZUL

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Temos 19 praias que, este ano, receberam o galardão da bandeira Azul.Costa da Caparica - Mata, Rainha, Cabana do Pescador, Rei, Sereia Sesimbra - Moinho de Baixo, Ouro e CalifórniaAlentejo Litoral - Carvalhal; Aberta Nova; Pego; Comporta; Costa de Stº André; Ilha do Pessegueiro; Vale de Figueiros (Vieirinha) ; Praia do Morgavel; Vasco da Gama; S. Torpes; Praia Grande de Porto Côvo.
Ter bandeira azul significa ter: - Praias com água de qualidade (ausência absoluta de descargas de águas residuais industriais ou urbanas no areal da praia). - Praias com informação e educação ambiental (informação afixada na praia e incluída no material para os turistas, sobre áreas sensíveis da costa, bem como sobre o comportamento a assumir nestas áreas sensíveis. Realização de actividades de educação ambiental).- Praias com nadadores salvadores em serviço durante a época balnear com o respectivo equipamento de salvamento.
Existência de material de primeiros socorros na praia, devidamente assinalado.
Temos 115 Km de Costa com falésias de onde se avistam praias de ondas agitadas e propícias aos desportos naúticos. Temos planícies tranquilas que levam ao imenso azul do oceano e às areias douradas.
Temos unidades hoteleiras de qualidade reconhecida. Temos restaurantes onde a gastronomia e os vinhos são proporcionados com sabedoria e generosidade.
Temos apoios de praia onde gente bonita e profissional possibilita a fruição de momentos únicos de lazer.
Temos festivais onde as músicas, as vozes e os gestos do mundo animam as ruas nas noites de verão. Feiras, romarias, procissões justificam a tradição.
Temos bons acessos que encurtam a distância e aproximam de nós o turista que nos escolheu como lugar certo.


Ezequiel Lino
Vice Presidente da Região de Turismo da Costa Azul
Setúbal, 10 de Julho de 2007

Quinta-feira, Agosto 16, 2007

A GASTRONOMIA DA COSTA AZUL

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A Costa Azul é o encontro de muitas tradições gastronómicas, culturas, saberes e sabores. Litoral e interior exemplificam na geografia da Costa Azul as diferenças e as diversidades que nos caracterizam e nos definem, na tradição, na história, no viver e no sentir.
Também na gastronomia esta realidade plural resulta em revelações e deslumbramentos. A abundância de peixe, a carne genuína, os queijos, as frutas, as doçarias e os vinhos são um painel autentico de muitas gastronomias locais ao alcance de uma visita ou de uma viagem.
A edição Gastronomia na Costa Azul — Roteiro de Restaurantes, traduz a importância deste produto turístico da Região e procura informar, sugerir, esclarecer e abrir o apetite para descobertas e prazeres.

Na Costa Azul a ementa inclui dois rios, o Tejo e o Sado, e as suas margens, a planície e as serras, um litoral atlântico onde em todos os espaços não deixará de encontrar um conjunto de iguarias a nãoperder.

Conhecer a Costa Azul é também experimentar e guardar na memória os imensos paladares que são uma sugestão de férias e fins de semana.Não nos imagine – conheça-nos por dentro.

Eufrázio Filipe
Presidente da Região de Turismo da Costa Azul

Domingo, Abril 29, 2007

ENTRADA PARA A QUINTA DA AREALVA

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Photos Luis Villas

Sábado, Abril 28, 2007

NASCEU UMA NOVA ESTRELA DO TEJO

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NASCEU UMA NOVA ESTRELA NA MOITA, JUNTO AO RIO TEJO, ESTANDO A DECORRER UM CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO DO NOME!
Participe!
Mais informações no blogue do proprietário [AQUI].
ATLANTICO AZUL - PAIXÃO PELO MAR

Sexta-feira, Abril 27, 2007

PESCA ARTESANAL NO RIO TEJO

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Photo Dias dos Reis

Terça-feira, Abril 24, 2007

25 DE ABRIL EM ALMADA

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A programação das Comemorações do 25 de Abril no concelho de Almada integra diversas manifestações culturais como espectáculos com Fausto e GNR.

As comemorações do 25 de Abril em Almada começam no dia 24 de Abril, a partir das 22h00, na Praça São João Baptista, com o espectáculo de Fausto, fogo de artifício e os GNR.
No dia 25, de a partir das 9h30, na Praça M.F.A, realiza-se o desfile aberto à população e instituições do concelho, com largada de pombos e balões, seguindo-se a deposição de coroas de flores junto ao Monumento aos Perseguidos, actuação de bandas filarmónicas, fanfarras de bombeiros, grupos corais e ranchos folclóricos.

Guia da Cidade.com

Segunda-feira, Abril 23, 2007

PASSEIO RIBEIRINHO JUNTO AO TEJO

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Photo Dias dos Reis

Quinta-feira, Abril 12, 2007

O CACILHEIRO MONTES CLAROS

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Photo Mario Lopes, 2005

Terça-feira, Abril 10, 2007

UMA EXTREMA DA QUINTA DA AREALVA

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Photo Luis Villas

Sexta-feira, Março 30, 2007

CANTOS DE ALMADA

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Postal c.1900.
O antigo largo, hoje rua Direita, mantêm-se quase na mesma
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Postal c.1900.
O antigo largo, hoje rua Direita, mantêm-se quase na mesma
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Postal c.1900.
No extremo à direita identifica-se a Ermida de S. João, Ramalha
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Trata-se muito provavelmente a casa a que se refere Fernão Mendes Pinto como a sua "Vila de Palença".
Embora alterada por mais que uma vez, conserva elementos construtivos dos séculos XVII-XVIII.
Junta de Freguesia do Pragal

Quinta-feira, Março 29, 2007

PSD CONTESTA FIM DA COSTA AZUL

O Presidente da Distrital do PSD / Setúbal, Bruno Vitorino, criticou a extinção da actual Região de Turismo Costa Azul e a integração dos 13 concelhos nas futuras Regiões do Alentejo e Lisboa.
"Vamos perder em investimento e a capitalização, vamos perder muitos investimentos realizados na marca Costa Azul", disse.
Jornal da Região ALMADA

Quarta-feira, Março 21, 2007

DIA MUNDIAL DA ÁRVORE

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A Câmara Municipal de Almada vai oferecer, entre os dias 19 e 22 de Março de 2007, árvores e arbustos juvenis, para comemorar o Dia Mundial da Árvore – 21 de Março.

As plantas vão estar à disposição na Ecoteca de Almada e a acompanhar a oferta é disponibilizada informação sobre a forma mais correcta de plantar e cuidar da espécie escolhida.

Parte das espécies disponíveis nesta iniciativa foram produzidas segundo o modo de produção biológico, sistema agrícola que respeita os valores ambientais e a biodiversidade.

Todas as plantas a oferecer são espécies mediterrânicas, adaptadas ao clima da região, necessitando de menos rega e cuidados do que espécies exóticas, oriundas de outras zonas geográficas.


Esta iniciativa decorre com o envolvimento da Biorege-Coop, Cooperativa de Agricultura Biológica do concelho de Almada, que forneceu as plantas produzidas em modo biológico, e da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental, que fabricou os sacos em pano que acomodam as plantas oferecidas.

As árvores têm um papel fundamental na causa planetária contra as Alterações Climáticas. Nos últimos séculos, as actividades humanas têm lançado para a atmosfera uma quantidade excessiva de CO2, provocando um aumento na temperatura média do nosso Planeta, e pondo em causa o seu equilíbrio natural e, no limite, a própria sobrevivência humana.

As árvores absorvem CO2, pelo que quanto mais árvores houver, menor será a quantidade deste gás na atmosfera.

Todas as acções concretas que ajudem a reduzir a quantidade de gases com efeito de estufa na atmosfera (como o CO2), são preciosas.
Almada Informa

Terça-feira, Fevereiro 27, 2007

ESCOLA SECUNDÁRIA EMIDIO NAVARRO, ALMADA



A escola secundária Emídio Navarro constitui um dos primeiros ascendentes do ensino oficial secundário no concelho de Almada, cujo crescimento acompanhou a evolução demográfica vertiginosa nas décadas de cinquenta (1950 - 61.572 habitantes), sessenta (1960-70.978), e setenta (1970-108.150). A primeira escola industrial e comercial de Almada foi criada em 1955, em instalações da rua D. João de Portugal, tendo-se desdobrado, em 1958, na escola industrial e comercial Emídio Navarro. Devido ao aumento de matrículas criou-se a Escola Técnica Elementar D. António da Costa onde passou a funcionar o ciclo preparatório do ensino técnico.

A Escola Industrial e Comercial de Emídio Navarro ocupou as suas actuais instalações, na rua Luís Queirós em 1960, e a escola preparatória também, nos Caranguejais em 1969. Em 1971, em plena reforma de Veiga Simão, a Escola Industrial e Comercial Emídio Navarro é de novo desdobrada, dando lugar a uma escola de vocação comercial, a Escola Técnica Comercial Anselmo de Andrade. Esta ocupou os pavilhões pré-fabricados na Praça São João Baptista durante alguns anos, tendo ampliado as suas instalações em 1980 com a criação, depois secção, na Praça Gil Vicente (actual Escola Secundária Elias Garcia).

Em 1986 foi transferida para as actuais instalações na rua Ramiro Ferrão, no Pombal. As áreas curriculares oferecidas por esta escola até finais dos anos 70 estiveram limitadas aos cursos relacionados com electricidade/electrotecnia (que sempre constituiu grupo dominante ) e com mecânica/mecanotecnia. No entanto, devido à restruturação do ensino secundário, iniciada em 1975/76 com a unificação dos cursos gerais, foram criadas novas áreas no ensino vocacional diurno: Quimicotecnia, Desporto, Construção Civil, Introdução às Artes Plásticas, Design e Arquitectura. No ensino nocturno manteve-se a limitação às duas áreas tradicionais.
Portal da Escola Secundária Emidio Navarro

Domingo, Fevereiro 25, 2007

EDIFÍCIO DOS PAÇOS DO CONCELHO DE ALMADA




Acesso : Pç. Luís de Camões (Lg. da Câmara ou Praça Nova) R. D. José de Mascarenhas, R. Henriques Nogueira
Enquadramento : Urbano. Eleva-se no topo de um quarteirão, entre dois arruamentos, frente a praça. Encontra-se, adossado a construções de menor importância arquitectónica e à Igreja da Misericórdia construção do mesmo porte.
Descrição : Planta irregular, em trapézio, com coincidência interior - exterior. Volumes articulados, compostos por edifício principal e torre de plante irregular, com disposição da massa com tentativa de alcance de um equilíbrio entre a verticalidade da torre com a horizontalidade da fachada principal, conseguida com a inclinação grande dos telhados, a elevação do segundo piso e a distribuição da dupla escadaria. Cobertura em telhado de 4 águas, com subeira, pátio, e coruchéu. Frontispício orientado a O., com embasamento. Os 3 pisos desenvolvem-se em torno da torre sineira *1, cujo sino tem gravado a data "1795", relativamente descentrada do corpo do edifício, e assenta, em parte, sobre lajedo e cantarias *2; de 1 pano entre cunhais, com os registos marcados pelo ritmo horizontal de 3 séries de vãos sobrepostos; porta de acesso ao piso térreo *3. Escada de acesso ao 2º piso, guarnecida por gradeamento, com dois patamares. A torre de estrutura compacta, tem dois registos: o primeiro contem a maquinaria de relógio, com quatro mostradores visíveis em cada uma das faces da torre, colocados em aberturas circulares; vãos moldurados em alvenaria. Brasão real sobrepujado à porta de acesso ao piso de cima. Remate das fachadas em cornija corrida e beiral. Flancos em grande parte adossados a outras construções, onde existe cantaria proveniente de antigas construções. INTERIOR: espaços diferenciado, com grande número de salas nos vários pisos. A iluminação é feita, apenas, através dos vãos do frontispício.
Utilização Inicial : Admnistrativa: Paços Municipais / Judicial: prisão *4 Judicial: tribunal
Utilização Actual : Admnistrativa: Câmara Municipal
Propriedade : Pública: Municipal
Época Construção : Séc. 18
Cronologia : Séc. 17 - gravura onde é representada a torre com aberturas para sinos, em dois pisos; 1795 - inauguração do edifício segundo a inscrição do sino do relógio com a data da fundição, oferta de D. Maria I; 1796 a 1830 - data provável de uma gravura onde o edifício da Câmara aparece ainda incompleto, faltando-lhe uma parte do lado direito; 1832 - nas gravuras após esta data o edifício aparece como existe hoje; 1868 - o pelourinho que se situava no largo em frente, foi destruído quase na íntegra; 1940, inícios - realização de importantes obras no edifício; 1985 , finais do mês de Março - iniciaram-se, no edifício dos Paços do Concelho obras de transformação e beneficiação nalgumas salas do piso térreo; trabalhos arqueológicos em torno de duas salas situadas na ala S. do edifício *5.
Tipologia : Arquitectura civil, Maneirismo, Pombalina. A torre e a porta do piso térreo têm traços classicizantes do Maneirismo, anteriores ao do resto do edifício. Do Pombalino ressalta a estrutura do edifício, a simetria da fachada, ainda que não haja fidelidade rigorosa a este estilo, pela dissimetria existente entre os volumes da torre em relação ao edifício, que teria resultado do compromisso assumido pela estética do novo edifício camarário.
Caracteristicas Particulares : nele se misturam vestígios de cantarias, de possível construção mais antiga;
Bibliografia : SOUSA, Raul H. Pereira de, Igreja de Santa Maria do Castelo, Revista Al-Madan, nº 3, Maio, 1984; FLORES, Alexandre, Almada Antiga e Moderna, Almada, 1985; SOUSA, Raul H. Pereira de, Almada - Toponímia e História das Freguesias Urbanas, Almada, 1985; IDEM, Igreja de Santa Maria do Castelo, Almadan, nº 4 e 5, Almada, 1985; BARROS, Luís, Trabalhos Arqueológicos nos Paços do Concelho de Almada, Almadan, nº 4 e 5, Almada, 1985; MORGADO Jr. António Carlos et. alt., Almada Velha: Uma experiência de recuperação in Encontro Ibérico de Municípios com Centro Histórico, 6-8 de Novembro de 1992, Actas, Santarém, 1994.
Observações : *1 - A torre parece ser o que restou da igreja de Santa Maria, após o terramoto de 1755, depois integrada no edifício dos Paços do Concelho; *2 - pertenceram a construção mais antiga. A notícia mais antiga que se conhece sobre a igreja de Santa Maria do Castelo consta de um documento de D. Afonso V, datado de 1443; *3 - esta porta teria vindo, provavelmente, da antiga Igreja de Santa Maria (SOUSA, 1984); *4 - A Enxovia, prisão masculina, no lado que dá para a R. D. José de Mascaranhas e no lado que dá para a R. Henriques Nogueira, no 1º piso, era a prisão feminina, e desse lado, mas no 2º piso, estava outra prisão masculina, a Sala; no sótão vivia o carcereiro; *5 - Encontrou-se na primeira camada uma moeda de D. Afonso V e alguns tubos de cachimbo de espuma (séc. 17) e, na segunda camada, para além de grande número de garrafas de vidro e outros apetrechos de cozinha de época recente, apareceram, igualmente, tubos de cachimbo de espuma dos séc. 18 e 19 entre outros achados de diferentes épocas.

Quarta-feira, Fevereiro 07, 2007

O MAR ENGOLE AS PRAIAS DE SÃO JOÃO DA CAPARICA

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Sempre que a maré enche nas praias do Norte da Costa de Caparica, em Almada, todos temem o pior. O cordão dunar está cada vez mais enfraquecido, mas ainda assim resistiu à preia-mar da madrugada e da tarde de ontem. Apesar disso, os danos alastraram para norte, as ondas galgaram as dunas e chegaram ao parque de estacionamento da praia de São João da Caparica.
A próxima investida do Atlântico é hoje às 05.00. Para esta manhã está também prevista uma reunião extraordinária da Assembleia Municipal de Almada sobre o assunto. Para salvar as dunas, homens e máquinas trabalham ininterruptamente desde as 21.00 de sábado e não têm ordem para parar.
Retroescavadoras constroem fortalezas de areia que, em menos de três horas, são derrotadas pela força das águas. Há quem não veja utilidade nesta política de "tira e põe" do Instituto da Água (Inag). António Neves, presidente da Junta de Freguesia da Costa de Caparica, está convencido de que este braço- -de-ferro só terá um resultado: "Em breve não será possível remendar o que já não tem remédio." Por isso defende obras de "engenharia pesada" para combater um fenómeno que se "arrasta há anos".
Henrique Carreiras, vereador da Protecção Civil, faz coro com o presidente da junta. "A recarga de areias que o Inag está a fazer parece uma solução que tanto pode durar dez anos como dois meses", defende o autarca.Mas, para o presidente do Instituto da Água, o "trabalho de formiga" que tem sido feito desde o dia 10 de Dezembro é a solução mais adequada para proteger a costa. "Levantar barreiras de areia é o único meio de preservar o cordão dunar.
É um esforço que desaparece em cada maré cheia, mas o que conta é o facto de as dunas ficarem intactas", explica Orlando Borges.Enquanto técnicos e autarcas discutem a melhor forma de salvar a Costa de Caparica, os concessionários preparam-se para passar outra noite em branco. Luís Moura já esvaziou o Bar dos Búzios e só está à espera que o mar leve o que resta do seu apoio de praia.
Carlos Pereira, outro empresário, ainda acredita poder salvar o Pé Nu, apesar de o mar já ter destruído por duas vezes o seu estabelecimento: "Desde 2001 já fui obrigado a recuar meio quilómetro." O pior é que já não lhe resta mais espaço para retroceder.

DN / Kátia Catulo e Paula Ferreira Gonçalo Fernandes Santos

Quinta-feira, Novembro 30, 2006

SESIMBRA, LOCALIZAÇÃO

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O concelho de Sesimbra forma aproximadamente um quadrado delimitado por Almada, Seixal e Barreiro a norte, Palmela e Setúbal a leste e pelo Oceano Atlântico a sul e a oeste.
Sesimbra apresenta-se como um dos primeiros pontos de encontro do Continente Europeu com o Oceano Atlântico e é privilegiado pela proximidade com os dois estuários, do Tejo e do Sado.
Conta com uma área de 206 km2 distribuída por três freguesias: Santiago, Castelo e Quinta do Conde.

Região de Setúbal Online

Segunda-feira, Novembro 27, 2006

VISTA AÉREA DA COSTA DA CAPARICA, COSTA AZUL

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Photo Jaime Silva

Quinta-feira, Novembro 23, 2006

ALGUNS DIZERES SOBRE ... A COSTA AZUL



Na Costa Azul um tempo de praia e litoral.
Costa da Caparica, Melides e Tróia afirmam o espaço sem limites, o areal a perder de vista.
Portinho da Arrábida e Porto Covo revelam a escala intimista da pequena praia.
Sesimbra testemunha o modo português de viver o mar.

Na Costa Azul o Atlântico realiza a praia.
Praia enorme onde as dunas enfrentam o mar.
Praia discreta no encontro da serra, do verde da Arrábida, com o oceano.
Para além das diferenças aparentes a praia marca uma atitude, define um modo de estar, permite o encontro entre as férias e o litoral.
Na Costa Azul o Verão. As cores quentes e os dias longos dão outro sentido aos espaços onde se afirma a originalidade da nossa região.
No sul o sol. 0 mar, azul e vasto, e o areal firme e tranquilo.
Destas diferenças, fazemos um convite, uma proposta: um sonho de Verão na Costa Azul.

Azeitão.netl

Sexta-feira, Novembro 17, 2006

MONTE DA XICA, ZAMBUJEIRA DO MAR, COSTA AZUL



A cerca de 200 Km da cidade de Lisboa, em pleno Parque Natural da Costa Vicentina, no Sudoeste Alentejano, encontra-se o “Monte Fonte Nova da Telha” (Monte da Xica).
Perfeitamente enquadrado na paisagem rural Alentejana, o monte proporciona-lhe com simplicidade e comodidade as condições necessárias a umas férias de lazer e o contacto directo com a natureza.
A poucos Km terá ao seu dispor as famosas praias da região assim como os principais centros rurais e piscatórios (S. Teotónio, Zambujeira do Mar e Azenhas do Mar).
A hospitalidade, o bom gosto das quartos e das zonas sociais, convidam ao descanso ou a um banho de piscina . Nas zonas circundantes pode optar por um passeio pedestre ou em BTT.
Sendo uma das maiores reservas naturais da Europa, com uma riquissima biodiversidade, a região torna-se num verdadeiro paraíso para os praticantes de mergulho e para os observadores de aves.

Quinta-feira, Novembro 16, 2006

MONTE DA LAGOA, MELIDES, COSTA AZUL



O Monte da Lagoa está localizado em Melides, litoral alentejano, a 126 quilómetros a sul de Lisboa.
O Monte disponibiliza três alojamentos, em regime de férias ou de fins de semana.
Melides é uma aldeia sossegada... pescadores, pequenas lojas, esplanadinhas pacatas...
Um cantinho reservado aqueles que apreciam a natureza e o sossego.

Quarta-feira, Novembro 15, 2006

PASSEANDO NO PORTO BRANDÃO


Photo Antonio Mendonça

Terça-feira, Novembro 14, 2006

PASSEANDO NO SAMOUCO


Photo Rui Pedro Santos

Domingo, Novembro 12, 2006

PASSEANDO NA ANTIGA ALDEIA GALEGA ... MONTIJO





Photos Desconhecido

Sábado, Novembro 11, 2006

SEIXAL, TURISMO



Os moinhos de maré, estaleiros, indústrias tradicionais, núcleos históricos urbanos, baía natural, praias fluviais, sapais, hortas urbanas e zonas urbanizadas são algumas das razões para visitar o concelho do Seixal.
Nos moinhos de maré destacam-se o Núcleo do Moinho de Maré de Corroios, integrado no Ecomuseu como Núcleo do Património Industrial, o Moinho da Raposa, junto à Torre da Marinha, o do Galvão, o do Capitão, o da Passagem e o da Torre, todos defronte ao Seixal.
As recuperadas embarcações do Tejo, outrora utilizadas nas actividades fluviais e piscatórias, como o Bote de Fragata "Gaivotas" e o Varino "Amoroso", são outras alternativas de passeio que o concelho seixalino proporciona aos seus habitantes e visitantes.
A não perder também alguns dos belos jardins do concelho, como o da Quinta da Fidalga, o da Quinta da Trindade ou o da Quinta da Atalaia.
Para uma vista panorâmica sobre Lisboa, a baía do Seixal, Barreiro, Corroios e Miratejo, basta visitar o Miradouro do Alto de D. Ana, na cidade sede do concelho.Algumas das festas tradicionais do Seixal, são as Festas de São Pedro, realizadas no princípio de Julho, e as Festas da Amora, no mês de Agosto.A oferta gastronómica da zona assenta sobretudo em pratos de peixe e marisco, com especial destaque para Caldeirada de peixe, a Feijoada de choco e as enguias, confeccionadas em ensopado ou simplesmente fritas. Na doçaria destaca-se a delícia de laranja e o doce de grão.

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Sexta-feira, Novembro 10, 2006

SEIXAL, PATRIMÓNIO



No concelho de Seixal, além dos seus bens naturais acentuados, é o património edificado que possui muitas maravilhas da história do concelho.
Começando pelo Ecomuseu, uma entidade composta por nove núcleos espalhado por todo o concelho, entre os quais:O Núcleo do Moinho de Maré de Corroios, cujo interior alberga os elementos ligados à moagem de cereais, recebe ainda exposições temporárias e outras actividades culturais.
O Núcleo Sede da Torre da Marinha, que além das exposições também comporta um Centro de Documentação e Informação e os Serviços Educativos.
O Núcleo Naval da Arrentela, situado num antigo estaleiro, possui um espaço dedicado à construção artesanal de modelos de barcos do Tejo.
O Núcleo da Quinta da Trindade revestido de painéis com azulejos, possui uns belos jardins.A Quinta do Rouxinol, monumento nacional, onde se podem visitar os fornos de cerâmica romanos, dos séculos II e IV.
A Fábrica da Pólvora, situada em Vale de Milhaços, outro dos edifícios do Ecomuseu, dá a conhecer todo o circuito da pólvora negra e da máquina a vapor.
No seu acervo religioso pode-se destacar a Igreja Paroquial da Arrentela, reconstruída em 1759, depois de bastante destruída pelo terramoto de 1755.
Este templo desperta o interesse pelos trabalhos em estuque de cor ocre, em relevo, por cima da porta e janelas laterais.
No seu interior, possui um tecto com estuques polícromos do século XVIII, um altar-mor de talha dourada dos finais do século XVII.
As imagens de madeira e os azulejos setecentistas, azuis e brancos, com cenas da Vida da Virgem são outros atributos do monumento.
A Igreja Matriz, situada no Seixal, é outros dos monumentos históricos do concelho. No seu interior possui um altar neoclássico, dos finais do século XVIII.
As paredes da capela-mor são decoradas por quatro pinturas barrocas, e o tecto com pinturas de Pereira Cão, já dos inícios do século XX, privilegia a figura da Padroeira.

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Quinta-feira, Novembro 09, 2006

SEIXAL, HISTÓRIA



As primeiras presenças humanas na zona do Seixal remontam ao período da pré-história, mas os vestígios conhecidos de ocupação mais antigos são da época romana.
Presume-se que tenha sido também ocupada por populações muçulmanas que aqui terão cultivado vinhas, olivais e figueiras.
Da história mais antiga da cidade do Seixal pouco ou nada se sabe, contudo pode afirmar-se que a sua origem reside num pequeno núcleo de pescadores e o seu nome está associado à grande quantidade de seixos existentes nas praias ribeirinhas.
Nos séculos XIV e XV, devido à sua baía abrigada, Seixal foi local escolhido para a instalação de estaleiros navais, actividade que se desenvolveu sobremaneira durante a época dos Descobrimentos e aí permaneceu durante alguns séculos.
Contudo, a actividade tradicional da população local continuou a ser a pesca.Na época de Quinhentos, o povoado do Seixal fazia parte da Arrentela.
Após a revolução liberal, sequência da reforma administrativa de 1836, no reinado de D. Maria II, o Seixal passa a ser um concelho.
Em 1895 o concelho é extinto, e as suas freguesias passaram a pertencer aos concelhos de Almada e Barreiro.
Três anos mais tarde, o concelho foi de novo recuperado.
A partir da segunda metade do século XIX, regista-se um aumento do desenvolvimento económico e industrial, com a instalação de unidades fabris de têxteis, vidro e cortiça.
Neste período, o Seixal passa a ser o principal centro corticeiro do país.Nos anos sessenta, a instalação da Siderurgia Nacional (1961) e a ponte sobre o Tejo (1966) foram as impulsionadoras do desenvolvimento económico do concelho, marcando notoriamente o crescimento demográfico e alterando profundamente as suas características urbanísticas.
A 20 de Maio de 1993, o Seixal é elevado a cidade.
A presença do Tejo neste concelho, nomeadamente na Baía do Seixal, condicionou o aparecimento de várias profissões, como a pesca e a carpintaria que, durante anos, foram o principal modo de vida das populações, além da construção de moinhos de maré e estaleiros navais.

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Quinta-feira, Novembro 02, 2006

SEIXAL, LOCALIZAÇÃO



O município do Seixal, pertencente à península de Setúbal, situa-se na margem sul do Tejo, e confronta, a sul, com o concelho de Sesimbra, a este com o do Barreiro, e a oeste com o de Almada.
O concelho do Seixal ainda apresenta um nível significativo de dependência em relação a Lisboa, cidade que lhe está ligada por via fluvial e ferrovia. Contudo, graças à sua localização central, mantém uma proximidade notável com quase todos os concelhos da margem sul do Tejo.
É constituído por uma extensa frente ribeirinha, que se desenvolve ao longo de um braço do Tejo, formando uma baía natural de elevado valor ecológico e paisagístico, que serve de local privilegiado para actividades de desporto e tempos livres.

Região de Setubal Online

Quarta-feira, Novembro 01, 2006

A DEGRADAÇÃO ... DO GINJAL


Photo Luis Villas

Terça-feira, Outubro 31, 2006

PRAIA DO ALFEITE, ESTUÁRIO DO TEJO, COSTA AZUL



www.dha.lnec.pt/nec/portugues/estudos/berna/berna-palfeite.html

Segunda-feira, Outubro 30, 2006

PRAIA DE SESIMBRA, COSTA AZUL



A praia de Sesimbra é a enseada azul com os seus pescadores e tradições, o seu mar é extremamente calmo, equiparado a uma piscina.

O mar de Sesimbra reúne condições ideais para que adultos e crianças nadem e brinquem, sem preocupações.

A praia de Sesimbra estende-se desde o Caneiro até à Praínha (também conhecida pela praia da água doce), passando pela praia da Pedra Alta (possui chuveiros e balneários), praia da Fortaleza, praia da Antiga Lota e praia Nova (possui chuveiros e balneários).


Camara Municipal de Sesimbra

Domingo, Outubro 29, 2006

PRAIA DA LAGOA DE ALBUFEIRA, COSTA AZUL



A Lagoa de Albufeira é um local de invulgar beleza, onde se conjuga o mar a lagoa e um extensos pinhais.

A Lagoa tem características invulgares e óptimas para a prática da pesca desportiva, vela e windsurf.

Camara Municipal de Sesimbra

Sábado, Outubro 28, 2006

PRAIA DO CABO ESPICHEL, COSTA AZUL



Um dos mais belos promontórios de Portugal.

Falésias impressionantes sobre o mar.

Na zona da praia dos Lagosteiros podemos observar trilhos de pegadas e rastos de cauda de dinossauros impressos na rocha.

O Santuário da Nossa Senhora do séc. XVIII e a Ermida da Memória do séc. XV, merecem uma visita.

Camara Municipal de Sesimbra

Sexta-feira, Outubro 27, 2006

PRAIA DO MOINHO DE BAIXO, ALDEIA DO MECO, COSTA AZUL



Na Aldeia do Meco surgem as praias da diferença.

As dunas, as arribas de argilas com as suas bicas, onde muitas pessoas aproveitam para fazer tratamentos naturais e de beleza com a argila proveniente.

O mar do Meco é propício para a prática de Surf, Bodyboard e Windsurf.

Esta praia é ainda frequentada por adeptos do para-pente.

É uma praia naturista na zona localizada entre o final da praia do Moinho de Baixo e a Fonte do Penedo situada na praia do Rio da Prata, no limite norte da praia das Bicas, compreendendo a praia da Tramagueira.

Foi tornada oficialmente naturista na Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Sesimbra em 28 de Julho de 1995, a requerimento da Federação Portuguesa Naturista.


Camara Municipal de Sesimbra

Quinta-feira, Outubro 26, 2006

O QUEIJO DE AZEITÃO

Se, durante o Inverno ou nos primeiros dias de Primavera, entrarmos em certas quintas da zona da Arrábida, deparamos com enormes potes de barro colocados junto à lareira.
Segundo a tradição local, é nestes recipientes que se coalha o leite cru de ovelha para obter queijo amanteigado característico da região.
Consta-se que no século passado, ao trazer a Azeitão um pastor das Beiras para que do leite dos seus rebanhos fizesse queijo do tipo "serra", Gaspar Henriques de Paiva pretendia apenas matar saudades da sua terra natal, mal supondo estar a dar origem a um dos mais apreciados queijos de ovelha nacionais.
O Queijo de Azeitão, como foi desde logo baptizado, é por diversas vezes premiado tornando-se conhecido em todo o País.
Nos nossos dias, algumas famílias continuam a produzi-lo em queijarias artesanais.
Hoje são três os concelhos que desfrutam das riquezas naturais da Serra da Arrábida, à qual se deve a singularidade do Queijo de Azeitão, Setúbal, Sesimbra e Palmela, os mesmos que integram a região demarcada deste queijo.
A abundância das pastagens e a bênção do clima ameno não explicam, só por si, o sabor verdadeiramente peculiar deste queijo que alguém já definiu como tendo "um gosto um pouco selvagem a ervas aromáticas".
Só o saber e a experiência, património de várias gerações de queijeiros artesãos, garantem, campanha após campanha, a perpetuação das características do Queijo de Azeitão.
É um queijo curado de pasta semimole amanteigada, branca ou ligeiramente amarelada, com poucos ou nenhuns olhos e é obtido por esgotamento lento da coalhada após coagulação do leite de ovelha cru e estreme, por acção de uma infusão de cardo (Cynara cardunculus, L.) ".
Mantém a forma tradicional de fabrico e revela características atribuíveis ao leite e, portanto, à forma tradicional de maneio das ovelhas.
O uso da Denominação de Origem obriga a que o queijo seja produzido de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações, o qual inclui, designadamente, as condições de produção de leite, higiene da ordenha, conservação do leite e fabrico do produto.
A rotulagem deve cumprir os requisitos da legislação em vigor, mencionando também a Denominação de Origem.
O Queijo de Azeitão deve ostentar a marca de certificação aposta pela respectiva entidade certificadora.
Comercialmente pode apresentar-se com um peso compreendido entre 100 g a 250 g.

A área geográfica de produção abrange os concelhos de Palmela, Sesimbra e Setúbal.

Quarta-feira, Outubro 25, 2006

SANTIAGO DO CACÉM, TURISMO



Santiago do Cacém é um concelho muito rico em várias vertentes e tem no seu património natural muitas das suas preciosidades.
Na região predominam as terras limpas e férteis para o cultivo de cereais, vinho, oliveiras, produtos hortícolas e horto-frutícolas.
A nível florestal marcam presença as manchas de pinhal e montado de sobro.Das mais belas estruturas naturais do concelho, destacam-se a famosa Lagoa de St. André, as praias de Monte Velho, Areias Brancas e da Fonte do Cortiço, procuradas para uso balnear e para a prática de pesca desportiva.
As ruínas Romanas de Miróbriga, objecto de escavações no século XIX, são outro dos pontos importantes e de grande interesse turístico da região.
A cerca de 1 km encontram-se as ruínas do único hipódromo até hoje identificado em Portugal.
No concelho de Santiago do Cacém ainda se realizam algumas actividades artesanais, entre as quais, os trabalhos em madeira, cortiça, olaria, couro, peles e azulejaria, no Cercal, a cerâmica e a azulejaria, em Vila Nova de Santo André, a cestaria e o vime, em Giz, a cerâmica e a cortiça, em Ermidas-Sado, e o fabrico de cadeiras e bancos em madeira, em S. Domingos.
Na gastronomia, o destaque vai para a Caldeirada e o Ensopado de enguias, assim como as migas com carne de porco.
Os queijinhos de cabra são outras das delícias gastronómicas. Na doçaria, destacamos o mel, as ancestrais, as alcomonias, os bolinhos feitos à base de pinhão, o bolo de torresmos e o bolo de massa de pão.
Os vinhos da região são também muito apreciados, como é o caso dos vinhos engarrafados brancos e tintos da Adega do Cebolal, em Vale de Água, ou os da Adega de Conqueiros, em Alvalade.
As frestas tradicionais fazem parte de qualquer região, e Santiago não é excepção, destacando-se, em Santiago do Cacém,de 17 a 20 de Maio, duas feiras, a Feira Agro-pecuária e a Feira do Monte, e as festas de Nossa Senhora da Abela, nesta freguesia, no segundo fim de semana do mês de Setembro.

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Terça-feira, Outubro 24, 2006

SANTIAGO DO CACÉM, PATRIMÓNIO



Santiago do Cacém é uma região muito rica em paisagens naturais, no entanto o seu património construído não lhe fica atrás.Na arquitectura civil:A Casa da Rua 31 de Maio de 1834, situada em Alvalade, ficou conhecida por ter hospedado durante uma noite o rei D. Miguel, que estava a efectuar uma viagem de Évora para Sines.
O edifício apresentava uma frontaria com dois registos, o rés-do-chão com duas janelas de guilhotina e três portas, e o andar superior uma sacada corrida com balcão em ferro forjado e três janelas.
A casa foi destruída ainda nesse século, mas o edifício ainda pode ser observado num pormenor de um painel de azulejos localizados na Casa do Povo.
A Torre do Relógio encontra-se em Santiago do Cacém e foi construída entre 1667 e 1687 e destinava-se a receber o relógio que estava numa das torres que serviam às casas do comendador do castelo.
O seu exterior é de estilo maneirista tardio e o seu interior é composto por uma escada disposta em torno de um poço central quadrado ligado a vários patamares.
Na arquitectura militar, destaca-se obviamente o Castelo de Santiago do Cacém, construído na época da ocupação muçulmana e envolvido por nove torres e cubelos.
No seu interior pode-se observar um conjunto brasonado que ostenta a cruz da bandeira ou estandarte da Ordem de Santiago: a cruz espatária e um escudo de cavaleiro com as cinco quinas do reino.
O seu interior é dominado pelas ruínas do antigo espaço da alcaidaria, onde também se encontra escondida uma tulha cerealífera medieval.
Quanto ao património religioso:A Igreja Matriz de Santiago do Cacém, que diz-se ter sido construída durante o século XIII, guarda um importante conjunto de obras de arte e um espólio notável destinados a servir cerimónias litúrgicas.
A Igreja Paroquial de Abela, situada na Abela, construída em 1901, é composta por uma fachada principal, com a torre apontada para o céu, um portal, um óculo e janelas geminadas.
O seu interior apresenta um espaço muito amplo e simples com uma decoração de azulejos neo-seiscentistas de padrão policromo.
A Capela Nova de S. Brissos, situada em Abela, construída nas primeiras décadas do século XX, está actualmente abandonada.
A sua fachada apresenta uma galilé com três arcos, onde estão dois painéis de azulejos com imagens do "Milagre das Bilhas", de Santo António, e "Conversão de S. Humberto", e ainda um frontão neo-barroco, com um pequeno campanário e um registo de azulejos alusivo a Nossa Senhora de Fátima.

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Sábado, Outubro 21, 2006

SANTIAGO DO CACÉM, HISTÓRIA



Escavações arqueológicas realizadas no Castelo Velho, onde se encontram as ruínas romanas de Miróbriga, testemunham que as origens de Santiago do Cacém remontam à pré-história.
O povoado foi fortificado, nesta altura, pelos Celtas e nos séculos III-II a.C. já mantinha importantes relações com centros civilizacionais do sul da península.Com a ocupação romana, no século V a.C., Miróbriga (nome de origem céltica) cresceu e tornou-se centro de uma área fortemente dedicada à agropecuária, com o seu Hipódromo, onde se realizavam corridas para treino de cavalos.
O povoado parece ter entrado em declínio cerca do século IV e, segundo consta, estaria já abandonada em 712, ano provável da chegada dos muçulmanos.
Estes baptizaram o território com o nome de Cacém, pensa-se que derivado de Kassen, governador árabe. Aí construíram um castelo.
Em 1157 foi tomada aos mouros pelos Templários, perdida em 1185 e recuperada um ano depois pelos freires de Santiago, a quem foi doada.
Desta doação deriva provavelmente o nome actual da comunidade: (Terra ou Vila ou Castelo de) Sant'Iago (que era) de Kassem.
Em 1191, foi recuperada pelos mouros e, em 1217 voltou definitivamente à posse dos cristãos, tendo D. Afonso II confirmado a doação de seu pai à Ordem dos Espatários.Entre 1315 e 1336, o Castelo esteve na posse da princesa D. Vetácia, aia e amiga da Rainha Santa Isabel, tendo, após a morte da sua proprietária, regressado à Ordem de Santiago, mantendo-se até 1594, data em que Filipe II o doou aos Duques de Aveiro.
Santiago do Cacém é sede de concelho desde 1512, data em que lhe foi concedida a carta de foral por D. Manuel I, e do seu termo fizeram parte as freguesias de Santa Catarina do Vale, Melides, Vila Nova de Mil Fontes e a Cidade de Sines.
Actualmente é composto por onze freguesias, incluindo a histórica vila de Alvalade, detentora de Foral Manuelino.

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Sexta-feira, Outubro 20, 2006

SANTIAGO DO CACÉM, LOCALIZAÇÃO



O concelho de Santiago do Cacém faz parte do litoral alentejano (Baixo Alentejo), pertence à península de Setúbal, confrontando a norte com o concelho de Grândola, a oeste com Sines e o Oceano Atlântico, e a sul e este com o Distrito de Beja.
As actividades agrícolas marcam presença nesta região caracterizada por possuir terras limpas e férteis para o cultivo de diversos produtos.
É composto por dez freguesias que ocupam uma área de cerca de 1059 km2.


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Quinta-feira, Outubro 19, 2006

A FORTALEZA E A ILHA DO PESSEGUEIRO, COSTA AZUL
















Photos Portugal, Colecção Século XXI
www.portugal.montranet.com/portugal/pessegueiro/index.htm

Quarta-feira, Outubro 18, 2006

CASTELO DE SANTIAGO DO CACÉM, COSTA AZUL


Photo SPereira

Domingo, Outubro 15, 2006

A BORDO DE UM CACILHEIRO


Photo Joana Saramago, Alentejanense

Sexta-feira, Outubro 13, 2006

O CACILHEIRO PEDRO NUNES








Photo Luis Villas

Quinta-feira, Outubro 12, 2006

PALMELA, TURISMO



O concelho de Palmela, além de todo o seu acervo histórico e cultural, tem para oferecer a quem o visita muitas mais actividades e roteiros turísticos.
A própria vila de Palmela, com as suas ruas, traçado urbano único e casas típicas, consegue surpreender o turista quase a cada esquina.
O Castelo oferece uma vista excepcional sobre o casario, a Serra do Louro e arredores.
Nesta serra, marcam presença 14 moinhos de vento, mas apenas um se mantém actualmente em funcionamento.
Marateca e Poceirão são freguesias famosas pelo seu vinho, o arroz e as cegonhas.
Na Quinta do Anjo, entre outros pontos de interesse, situam-se quatro Grutas Artificiais, sepulcros datados do neolítico final.
A nível de actividades, neste concelho há um pouco de tudo: caça turística, o golfe, as corridas no Kartódromo Internacional de Palmela (KIP), os centros Equestres, os percursos pedestres nocturnos e diurnos.
A região de Palmela é também muito conhecida e apreciada pelas suas festas e romarias, destacando-se o Festival do Queijo e do Pão, na Quinta do Anjo (Abril), a Festa das Vindimas (Palmela-Setembro), o Mercado e Feira Franca (Pinhal Novo-2º domingo de cada mês), a Feira Comercial e Agrícola de Poceirão (Poceirão- 1º fim de semana de Junho), a Festa da Escudeira (Palmela-Agosto), e as Festa de Todos os Santos (Quinta do Anjo-Novembro), entre muitas outras.
A gastronomia da região de Palmela é também muito apreciada e conhecida em todo o país, nomeadamente os famosos vinhos e queijinhos – curiosamente, é na Quinta do Anjo que se produz o célebre queijo de Azeitão -, a sopa de tamboril com poejos, favas à caramela ou o coelho com feijão à moda de Palmela.
Na doçaria destacam-se as não menos famosas fogaças.
Os suspiros, bolinhos de amêndoa e a maça riscadinha são também dignos de destaque.

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Quarta-feira, Outubro 11, 2006

PALMELA, PATRIMÓNIO



O concelho de Palmela possui um património religioso muito rico, com muitas igrejas e capelas históricas e de renome.
De edificação incerta, o Castelo de Palmela é talvez um dos mais privilegiados monumentos do concelho. Possivelmente, terá tido por base edificações árabes, reforçadas a mando de D. Afonso Henriques.
Até ao século XVIII foi alvo de várias obras de reconstrução, ampliação e reparação. Possui grande interesse pelo seu conjunto de fortificações medievais e modernas.Situada no Castelo de Palmela, a Igreja de Santiago foi construída pela Igreja Conventual da Ordem de Santiago de Espada, na 2ª metade do século XV.
O seu interior, composto de três naves, apresenta uma decoração com azulejos dos séculos XVII e XVIII e tem sob um arco sólio manuelino, a arca tumular de D. Jorge (1481-1559), último mestre da Ordem de Santiago.
Esta arca ossário em brecha da Arrábida é composta por dois leões e armas dos Lencastres. Este edifício serve de palco para a organização de exposições de arte contemporânea e de retrospectivas históricas.
No interior das muralhas do castelo, encontra-se a Igreja de Santa Maria do Castelo, a primeira paroquial de Palmela, fundada no século XII. Na sua sacristia está instalado o Gabinete de Estudos Sobre a Ordem de Santiago.
Também no castelo, existe o Núcleo Museológico do Castelo de Palmela, nas antigas casamatas e cisterna do edifício.
Este espaço, dedicado às escavações arqueológicas efectuados na fortaleza e na vila, retrata a história da ocupação humana no concelho.
O Edifício dos Paços do Concelho é outro dos monumentos patrimoniais do concelho de Palmela. Situado no mesmo largo que a Igreja Matriz, o edifício seiscentista, apresenta o Salão Nobre decorado com retratos murais dos reis de Portugal.
No século XVIII serviu de sala de audiências do tribunal.Em Palmela situa-se ainda a Igreja de S. Pedro, um monumento medieval datado do século XVI, composto por três naves de estilo maneirista.
O seu interior é revestido com azulejos de 1740 que representam passagens da vida do orago.
O seu retábulo é de estilo rococó e o adro foi usado como cemitério e mercado no século XVI.
No Largo Duque de Palmela fica localizada a Igreja da Misericórdia, datada de 1566, e construída para "auxiliar o corpo e o espírito" dos necessitados.
É constituída por uma só nave, e o seu interior apresenta um altar de talha, estilo nacional e um tecto de madeira pintada a três planos.
As suas paredes são revestidas de azulejos. Algumas personalidades ilustres de Palmela foram sepultadas neste espaço.
Anexado à igreja está o antigo Hospital da Misericórdia (século XVII).
Em Cabanas, situa-se a Capela de S. Gonçalo, um pequeno templo de romaria, de planta octogonal e alpendrada hipóstila.
Pensa-se que terá sido construída no século XVI e os seus proprietários os Marqueses de Minas, detentores da Quinta da Torre.
Esta capela está ligada ao culto da protecção do gado.Na freguesia do Pinhal Novo, encontra-se a Capela de S. José.
Concluída em 1874, serviu de local para a primeira farmácia e escola.
No seu átrio, costumam reunir no último Domingo de Agosto, vários círios da Romaria a Nossa Senhora da Atalaia.
De traça provavelmente seiscentista, situa-se no mesmo largo que a Igreja Matriz.
O Salão Nobre é decorado com retratos murais dos reis de Portugal até D. Manuel I.
No século XVIII serviu de sala de audiências do tribunal.
Poucos anos após o terramoto de 1755, julga-se que funcionavam conjuntamente no edifício o Tribunal, a Câmara, o açougue e a prisão.

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Terça-feira, Outubro 10, 2006

PALMELA, HISTÓRIA



Palmela regista a sua primeira presença humana no período do Paleolítico Médio, com ocupação dos povos visigodos, romanos e dos muçulmanos.
A origem do topónimo Palmela tem duas versões ligadas a estes dois últimos povos. Há quem defenda que se relaciona com um pretor romano, Aulio Cornélio Palma, que terá contribuído para o desenvolvimento da povoação.
Outros acreditam que a referência, feita pelos árabes, à praça de “Balmalla” que teria evoluído para Palmela é uma justificação mais plausível.Ocupada pelos árabes desde o século VIII, Palmela é conquistada em 1147, por D. Afonso Henriques que lhe atribui, em 1185, carta de foral.
Como recompensa pelo apoio militar na reconquista, doa o Castelo de Palmela aos cavaleiros de Santiago. Após várias guerras de conquistas e reconquistas entre cristãos e muçulmanos, Palmela foi finalmente recuperada durante o reinado de D. Sancho I, inícios do século XIII.
Em 1323, Palmela é elevada a vila, por D. Dinis.No ano de 1423 é construído o convento mestral para os "Freires de Santiago", sob a ordem de D. João I, e vinte anos mais tarde, a Sede da Ordem Militar de Santiago instala-se no castelo de Palmela, até à extinção das Ordens Militares (1834).
A permanência da Ordem Religiosa Militar teve uma grande importância a nível político, militar e simbólico, pois fomentou o povoamento, a defesa do território e a conquista de novos espaços territoriais.
Em 1 de Junho de 1512, D. Manuel I concede nova carta de foral à Vila.
Gradualmente, Palmela começa a perder a sua importância e entra em decadência, processo que culmina na extinção do seu concelho, em 1855, quando é integrado no de Setúbal.
Só em 8 de Novembro de 1926, o concelho foi definitivamente restaurado.

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Domingo, Outubro 08, 2006

PALMELA, LOCALIZAÇÃO



O Concelho de Palmela está integrado na Região de Turismo de Setúbal - Costa Azul.
É limitado, em parte, a norte pelo Rio Tejo, que a separa do Distrito de Lisboa, pelo Montijo e Alcochete, a este pelo Distrito de Évora, a sul pelos concelhos de Setúbal e Alcácer do Sal e a oeste pelos concelhos da Moita e Barreiro.
Palmela é caracterizada por uma grande heterogeneidade paisagística.Uma parte do seu território concelhio está integrada na Reserva Natural do Estuário do Sado (de que se destacam os sapais da zona sul da freguesia da Marateca) e uma outra no Parque Natural da Arrábida.

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Sábado, Outubro 07, 2006

MONTIJO, TURISMO



O concelho do Montijo oferece uma diversidade de opções em termos turísticos, não esquecendo as suas tradicionais gastronomia e doçaria, das quais se destaca a caldeirada à pescador, lombo assado à Montijo, aldeanos e queijadinhas de Montijo.
Os vinhos de Pegões e St. Isidro de Pegões são também bons motivos para visitar este concelho.
De destacar ainda as Festas em Honra de Nossa Senhora da Atalaia, em finais de Agosto, e as Festas Populares de S. Pedro, que se celebram nos finais de Julho, princípios de Julho.
Possui diversos pontos de interesse turístico, desde a Praça de Toiros, o Jardim da Casa Mora, a Ribeira de Canha, o Moinho de Vento Esteval, entre outros. “A Arte Azulejar nos Edifícios Religiosos do Concelho de Montijo” é um dos roteiros turísticos organizado pela Câmara Municipal, através do qual se pretende mostrar os exemplos de azulejaria do concelho.
Na Zona Oeste ou Estuariana, o espaço ribeirinho ganha protagonismo, com a sua vista privilegiada sobre Lisboa e o rio Tejo, e seu património avifaunístico.
O Museu Municipal organiza passeios no rio, em duas canoas típicas da faina de outrora: Deolinda Maria e Lubélia Maria.
A Zona Este ou da Charneca, onde predominam as paisagens agrícolas e florestais, é palco de dois roteiros, uma organização da Câmara Municipal, através dos quais se contacta com a realidade rural do Montijo.
“Montijo... e o campo aqui tão perto” oferece um percurso que associa o património da cidade ao património natural das freguesias de Canha e Pegões. “Trilhos de Canha” é uma outra alternativa, caso se prefira a tranquilidade e beleza do campo.

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Sexta-feira, Outubro 06, 2006

MONTIJO, PATRIMÓNIO



O património arquitectónico do Montijo é predominantemente religioso.Na Pr. da República (Montijo) encontra-se a Igreja do Espírito Santo.
Edificada em finais do século XV, princípios do século XVI, as suas paredes interiores são revestidas por azulejos azuis e brancos (século XVIII), em alusão a passagens da vida da Virgem Maria.
Também a abóbada do guarda vento apresenta azulejos, azuis e amarelos (século XVII). Tem uma Capela Mor Manuelina e os Portais são renascentistas.A Igreja de Jesus da Irmandade de Nossa Senhora Madre de Deus Virgem Maria, mais conhecida por Igreja da Misericórdia, situa-se na Pr. 1º de Maio (Montijo).
Esta é uma construção do século XVI, cujas paredes interiores têm patentes azulejos policromos, à semelhança de uma tapeçaria do século XVII.A Quinta do Saldanha (Montijo), foi o local seleccionado para a edificação da Ermida de Nosso Senhor Jesus dos Aflitos, no século XVIII.
Do seu acervo artístico, destaca-se um Cristo em marfim, uma peça da arte indo-portuguesa dos séculos XVII e XVIII, bem como uma porta em madeira policroma do século XVII.Na Av. dos Pescadores (Montijo), existe a Ermida de Santo António, construída em 1590.
Em 1744 foi reformada, em 1755 destruída pelo terramoto e só em 1789 reedificada. Em meados do século XX foi alvo de uma restauração.
Actualmente, no seu átrio e interiores, encontram-se azulejos policromos do século XVII, ilustrativos de cenas da vida do santo que lhe dá o nome.A Atalaia possui dois dos mais emblemáticos monumentos do concelho: a Igreja/Santuário de Nossa Senhora da Atalaia e o Cruzeiro da Atalaia.
A primeira, cuja fundação pensa-se ser responsabilidade dos empregados da Alfândega de Lisboa, aquando de uma Peste, data de 1507. Contudo, os registos mais antigos desta Igreja surgem só por volta de 1525, por ocasião de uma visita da Ordem de Santiago.
Edifício maneirista, foi reedificado no século XVIII. Também desse século são os azulejos azuis e brancos, que revestem as paredes interiores e ilustram cenas da vida da Nossa Senhora. Quanto ao cruzeiro, mandado erguer pela Confraria de Lisboa em 1551, é feito de pedra lioz e apresenta um estilo gótico-bizantino.
Na freguesia de Canha, ergue-se a Igreja de Nossa Senhora de Oliveira. A sua data de fundação não é clara, mas o seu traçado actual evidencia características dos séculos XVII e XVIII. A sua Capela-Mor reveste-se de azulejos policromos do século XVIII.
Junto ao edifício principal, existe uma Capela, do século XVI, dedicada a Nossa Senhora do Rosário. As suas paredes internas encontram-se forradas com azulejos enxaquetados azuis e brancos. Possui ainda um retábulo de talha dourada com tábuas pintadas representativas de passagens da vida da Virgem Maria.
Também em Canha, se situa a Ermida de S. Sebastião ou da Misericórdia. Construída em finais do século XVI, alberga um retábulo de talha dourada (século XVIII) e lápides sepulcrais (século XVII).
A Igreja de S. Jorge está edificada em Sarilhos Grandes. Uma reconstrução dos tempos de D. João V, foi concluída em 1740 e alvo de reparações em 1848 e 1904.
As suas paredes interiores são forradas por azulejos azuis e brancos (século XVIII), ilustrativos de cenas da vida de S. Jorge.
A Capela-Mor possui também azulejos, mas azuis e amarelos. Junto a esta Igreja, situa-se a Ermida de Nossa Senhora da Piedade.

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Quinta-feira, Outubro 05, 2006

MONTIJO, HISTÓRIA



A zona do Montijo tem registo da presença humana desde o Período do Paleolítico. Testemunhas dessa presença são os achados arqueológicos descobertos neste território.
Quanto a registos documentais, os primeiros remontam ao século XII (1186), quando foi objecto de doação aos cavaleiros da Ordem de S. Tiago de Espada, por D. Sancho I.
Durante a Idade Média e até ao reinado de D. Manuel I, o Montijo, que até 1930 foi denominado por Aldeia Galega, fazia parte do Concelho do Ribatejo.
Apesar de ser uma povoação algo reduzida gozava de algum prestígio, não só pelo seu desenvolvimento económico como também pela sua localização estratégica, entre Lisboa, o sul do país e Espanha.A 15 de Setembro de 1514, o monarca (D. Manuel I) passou-lhe Carta de Foral e, historicamente, nasceu o concelho de Aldeia Galega.
A sua peculiar delimitação territorial é explicada pela autonomia municipal de Canha até meados do século XIX. Uma vez que a maior parte dos proprietários rurais desta zona residiam no concelho de Aldeia Galega não se justificava o pagamento de contribuições num outro concelho e Canha acabou por ser anexada.
Em 1900, Montijo tinha uma população de 10.538 habitantes e era parte integrante do distrito Administrativo de Lisboa.
Constituído por 3 freguesias - a freguesia da vila, Canha e Sarilhos Grandes – vivia numa época de prosperidade económica.Em 1985, a antiga Aldeia Galega é elevada a Cidade e são criadas mais freguesias, contando no total com 7: Montijo, Canha, Sarilhos Grandes, Pegões, St.º Isidro de Pegões, Atalaia e Alto Estanqueiro/Jardia.
Em 1989, o concelho do Montijo fica com a configuração dos nosso dias, aquando da criação da freguesia de Afonsoeiro.

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Quarta-feira, Outubro 04, 2006

MONTIJO, LOCALIZAÇÃO



O concelho do Montijo situa-se no norte do Distrito de Setúbal.Funciona como uma importante área de transição entre o sul e o centro/norte, e o oeste e o este do país, uma vez que é o concelho com ligação mais directa à ponte Vasco da Gama, cujo papel é essencial no sistema de circulação rodoviária nacional.
Apresenta uma delimitação territorial bastante peculiar, uma vez que se divide geograficamente em duas áreas distintas – a Zona Oeste ou Estuarina e a Zona Este ou da Charneca -, que acolhem entre si o concelho de Alcochete e parte do de Palmela.
A primeira das zonas referidas confronta com Alcochete e Moita e a segunda com Palmela, Benavente, Coruche (ambos do Distrito de Santarém), Montemor-o-Novo e Vendas Novas (ambos do Distrito de Évora).


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Domingo, Outubro 01, 2006

SEMANA DA COSTA AZUL




http://www.costa-azul.rts.pt/semana2006.pdf

Quinta-feira, Setembro 28, 2006

CONVENTO DA ARRÁBIDA QUATRO SÉCULOS DE HISTÓRIA




O Convento da Arrábida, construído no século XVI, abrange ao longo dos seus 25 hectares, o Convento Velho, situado na parte mais elevada da serra, o Convento Novo, localizado a meia encosta, o Jardim e o Santuário do Bom Jesus e ainda, adjacentes ao convento, mas autónomos, os aposentos do duque de Aveiro e as casas onde eram alojados os peregrinos.


No alto da serra, as quatro capelas, o conjunto de guaritas de veneração dos mistérios da Paixão de Cristo e algumas celas escavadas nas rochas formam aquilo a que convencionou chamar-se o Convento Velho. O Convento Novo, o edifício principal a meio da encosta, dispõe de 27 celas, igreja, seis capelas, livraria, refeitório, cozinha, torre de relógio, casa de lavagem e vários fontanários.


A água das fontes continua a ser captada em minas, segundo o sistema hidráulico implantado pelos franciscanos. O Convento foi fundado em 1542 por Frei Martinho de Santa Maria, franciscano castelhano a quem D. João de Lencastre (1501-1571), primeiro duque de Aveiro, cedeu as terras. Anterior à construção, existia onde é hoje o Convento Velho, a Ermida da Memória, local de grandes romarias, junto da qual, durante dois anos, viveram, em celas escavadas nas rochas, os primeiros quatro religiosos arrábidos: Frei Martinho de Santa Maria, Frei Diogo de Lisboa, Frei Francisco Pedraita e São Pedro de Âlcantara.


De arquitectura austera, o convento é praticamente desprovido de ornamentos. No seu interior, destacam-se apenas, de onde em onde, esculturas de santos e Cristos, de terracota e de madeira, colocadas em nichos, os azulejos que ornam as capelas, e ainda os embrechados compostos de pedrinhas misturadas com conchas e cacos de faiança e usados na decoração de fontes, paredes, muros e capelas.


Assinalem-se ainda peças escultóricas de cerâmica e de madeira, cantarias e lajedos, tectos pintados e uma talha dourada. D. Jorge de Lencastre, filho do 1º duque de Aveiro, continuou as obras mandando construir uma cerca para vedar a área do convento. Mais tarde, seu primo D. Álvaro, mandou edificar a hospedaria que lhe servia de alojamento e projectou as guaritas, na crista do monte, que ligam o convento ao sopé da montanha, deixando, no entanto, três por acabar.


Por sua vez, D. Ana Manique de Lara, viúva do duque de Torres Novas e nora de D. Álvaro, mandou construir duas capelas, enquanto o filho de D. Álvaro, D. António de Lencastre, mandou edificar, em 1650, o Santuário do Bom Jesus. Com a extinção das ordens religiosas em 1834, o convento, as celas e as capelas dispersas pela serrania sofreram várias pilhagens e enormes estragos causados pelo abandono.


Em 1863, a Casa de Palmela adquiriu o convento mas as obras só começaram no século seguinte, nas décadas de 40 e 50. Quarenta anos depois, em 1990, o seu então proprietário optou por vender o convento e a área envolvente, num total de 25 hectares, à Fundação Oriente, a única instituição, que, em seu entender, dava garantias de manter os mesmos valores com que, no século XVI, os seus antepassados o entregaram aos arrábidos.


O convento está integrado na Rede de Centros Culturais Europeus implantados em locais históricos.ACTIVIDADE CULTURAL Pouco mais de um ano depois da aquisição, em Novembro de 1991, o convento abria as suas portas para a primeira grande iniciativa para ali programada pela Fundação Oriente.


Tratou-se da segunda assembleia-geral anual do European Foundation Centre, que reuniu no convento mais de 100 representantes de cerca de 60 fundações europeias. "Iniciativas para a Nova Europa - destaque para os países do sul" foi o tema central do encontro que debateu ainda temas como "O papel de Centros Nacionais de Fundações na recolha e difusão de informações".Dando seguimento a um protocolo assinado com a Fundação Oriente, em Julho de 1990, a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses abria no dia 10 de Julho de 1992 os Estudos Gerais da Arrábida - Conferências do Convento, a primeira Universidade de Verão em Portugal.


Ao longo de 10 anos, esta acolheu, sempre de Julho a Outubro, um programa de cursos, encontros e conferências de grande nível científico e académico. Os cursos, a cuja organização a Fundação Oriente se associou a partir de 1997, proporcionam um lugar de discussão aberto a todos os domínios do conhecimento, numa perspectiva universalista, e cativaram um público susceptível de gerar e fornecer novos conhecimentos.Em 2002, a Fundação Oriente assumiu a realização dos Encontros da Arrábida, dando continuidade ao projecto anterior mas introduzindo algumas alterações ao modelo no sentido de aproximar mais destes encontros o público em geral.


Durante os 10 anos em que decorreram os Estudos Gerais da Arrábida, o convento foi ocupado, de Outubro a Junho, pelos participantes das diversas inicitivas programadas pela Fundação Oriente ou por outras instituições que solicitaram aquele espaço.A preservação do património cultural foi uma das preocupações da Fundação Oriente que, todos os anos, em Novembro, programou para o convento um encontro sobre um tema específico daquela área, aberto a estudiosos nacionais e estrangeiros."O laser aplicado à limpeza e conservação de edifícios e obras de arte" foi o primeiro dos encontros sobre preservação do património, que contou com o apoio do Departamento de Engenharia de Materiais do Instituto Superior Técnico.


Seguiu-se um encontro internacional sobre preservação do património, organizado com a colaboração do Instituto Português de Museus e que reuniu no convento especialistas e conservadores dos mais importantes museus da Europa."A História das Ciências Matemáticas em Portugal: Portugal e o Oriente", um tema que inclui historiografia, epistemologia, astronomia e matemática, foi outro dos encontros programados pela Fundação Oriente na área do património cultural.

Também responsáveis dos mais importantes museus científicos da Europa estiveram reunidos na Arrábida com os seus congéneres portugueses para debaterem os problemas que se levantam aos museus de ciência e técnica. A arqueologia da Arrábida foi também tema de um encontro que juntou no convento os principais responsáveis por estudos arqueológicos na serra e no estuário do Sado, tanto no aspecto da prevenção, gestão e valorização do património arqueológico, como no da inventariação.

De igual modo, o estudo da fauna e da flora da Arrábida levou ao convento um conjunto de reputados especialistas na matéria.Também com regularidade, a Fundação Oriente tem vindo a organizar no convento, geralmente em Fevereiro, uma série de encontros mais virados para a filosofia e pensamento chineses. De entre estes são de destacar os Encontros da Tradição Chinesa que têm contado com a colaboração dos Professores Claude Larre e Elizabeth Rochat de la Vallée, do Instituto Ricci de Paris.

Um seminário sobre poesia chinesa, orientado pelo Prof. Jonathan Chaves e um curso de Zero Balancing, uma técnica que mistura a tradição oriental (chinesa e indiana) e a ciência ocidental, foram outras das actividades realizadas no convento. O curso, o segundo do género a ser realizado em Portugal, foi ministrado pelo especialista britânico, Dr. Timothy Newman, e destinou-se a profissionais de saúde, nomeadamente médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, acupunctores.


Todos os anos no mês de Maio, o convento é palco dos Arrábida Meetings, um fórum de reflexão sobre questões políticas e estratégicas e que reúne alguns dos mais importantes estrategos mundiais. O conselho permanente deste fórum é presidido por Lord Carrington e dele fazem ainda parte Carlos Monjardino, José Cutileiro, Uffe Elleman-Jensen, Yegor Gaidar, Pehr Gyllenhammar, Otto Graf Lambsdorf, Marcílio Moreira, Raymond Barre, Brent Scowcroft, Haruko Fukuda, Andrzej Olechowski e Jaime Gama.


Paralelamente às actividades fixas, a Fundação Oriente tem vindo a realizar no convento outros eventos de entre os quais se destacam a série de quatro seminários "O Franciscanismo em Portugal" - um dos quais se debruçou sobre A Província da Arrábida -, O Encontro Portugal/Índia, o Simpósio de Hidráulica Monástica Medieval e Moderna e um ciclo de Encontros Portugal-China.De salientar que, de uma maneira geral, a Fundação Oriente publica as actas dos encontros realizados no convento, encontrando-se algumas delas já publicadas e outras em vias de publicação.


Para além das actividades acima referidas, o convento está aberto e disponível para acolher nas suas instalações outras instituições que ali pretendam realizar estudos, organizar seminários e reuniões de formação cultural, profissional ou científica ou, simplesmente, encontros de reflexão. Prova disso foi a realização no convento, em Setembro de 1993, da I Cimeira do Partido Socialista Europeu que ali reuniu personalidades como Jacques Delors, Felipe Gonzalez, Michel Rocard, Willy Claes, Pierre Mauroy, Achille Ochetto e António Guterres, entre outros.


Também o I Congresso Mundial de Transdisciplinaridade, presidido por Mário Soares, reuniu no convento, em Novembro de 1994, uma centena de especialistas das áreas da ciência, letras, arte e religião, vindos de quatro continentes.Mário Soares, na qualidade de presidente da República, escolheu também o convento para, durante a presidência aberta na Área Metropolitana de Lisboa, em 1993, prestar homenagem a Sebastião da Gama, o poeta da Arrábida.


Em 1994, a Fundação assinou com o Ministério do Ambiente e Recursos Naturais um protocolo tendente a oficializar e reforçar a cooperação já existente com o Parque Natural da Arrábida. De facto, a Fundação e o Parque já anteriormente haviam colaborado no projecto de recuperação dos jardins e no repovoamento vegetal, projecto que, aliás, mereceu o apoio da União Europeia.


A instalação do apiário da Reserva Natural do Estuário do Sado nas instalações do convento e a formação de apicultores foi um dos domínios contemplados por este protocolo, a par da prevenção e combate a incêndios, através da cedência de uma guarita, propriedade da Fundação, para apoio às operações de vigilância e da oferta de uma viatura de primeiro combate a fogos florestais que o parque utiliza nas suas missões regulares de fiscalização da serra.


Com o Museu de Arqueologia e Etnografia de Setúbal têm-se realizado actividades conjuntas como conferências, visitas guiadas e cursos de cerâmica romana.Uma vez por ano, o convento abre as suas portas para a realização de concertos integrados na programação do Festival dos Capuchos. Com a Região de Turismo da Costa Azul, a Fundação e outras entidades da zona, nomeadamente do ramo hoteleiro, assinaram um protocolo que contempla a cedência das instalações respectivas para a realização de reuniões e congressos tendentes à promoção turística da região.


A Fundação tem igualmente dado todo o apoio à Comissão de Festas de Vila Nogueira de Azeitão e de Setúbal, que em Julho, mantendo uma tradição de há longos anos, leva ao convento os peregrinos de Azeitão e Setúbal que ali vão prestar o seu culto a Nossa Senhora da Arrábida. Note-se a propósito que, para além de fazer questão de manter este culto religioso tão arreigado nas gentes da região, a Fundação Oriente solicitou em 1993 ao cardeal patriarca de Lisboa, a nomeação, que foi aceite, do padre franciscano Vítor Melícias, para capelão do convento.


Também nesse ano, as portas passaram a estar abertas aos milhares de visitantes, individuais ou em grupo, que mostram interesse em conhecer o local.Nos últimos anos, o convento tem sido igualmente procurado por realizadores de cinema e documentários que ali encontram um local ímpar para a captação de imagens.


A título de exemplo refira-se a rodagem do filme O Convento, de Manuel de Oliveira, com Catherine Deneuve, John Malkovich e Luís Miguel Cintra, nos principais papéis. Aquela cativa que me tem cativo, uma série de quatro espisódios, de 50 minutos cada uma, realizada por Carlos Barradas para a RTP e que narra a história dos amores e desvarios de Luís de Camões, foi também rodada no convento.


De igual modo, o realizador francês Serge Moati escolheu o convento como local de filmagem do seu telefilme Une Femme dans la Tourmente. A partir do ano 2000, a Fundação abriu o convento a residência de escritores e artistas provenientes de países asiáticos que, anualmente, de Novembro a Abril ali queiram desenvolver o seu trabalho. Na escolha dos residentes - três por ano - é dada prioridade a escritores e artistas das áreas das artes plásticas, do design, da fotografia, da arquitectura e da música.

Fundação Oriente

Quarta-feira, Setembro 27, 2006

CONVENTO DA ARRÁBIDA UM ESPAÇO ABERTO À CULTURA



Localizado numa zona de invulgar beleza natural, perto de Lisboa mas simultaneamente longe do bulício da grande cidade, o Convento da Arrábida reúne todas as condições para o estudo e reflexão, para o debate de temas e ideias, para a realização, enfim, das mais diversas actividades culturais e científicas.
Foi essa, aliás, uma das principais motivações da Fundação Oriente ao adquirir em 1990 o convento ao então proprietário, Manuel de Souza Holstein Beck, conde da Póvoa.
Edificado na vertente sul, a meio da encosta da serra da Arrábida, como que metido numa concha, o convento debruça-se sobre o mar, num lugar privilegiado de grande tranquilidade, de contacto com a natureza e de uma excepcional beleza paisagística.
Inserido no Parque Natural da Arrábida, conhecido pelas suas raras espécies botânicas, goza de um clima temperado, de características mediterrânicas.
Dado o carácter único de testemunho histórico, arquitectónico e paisagístico do convento e da serra da Arrábida, a Fundação Oriente fez questão de conservar os valores existentes, aproveitando e mantendo a atmosfera de recolhimento e de reflexão que foi apanágio dos franciscanos e que o local inequivocamente sugere e proporciona.
No projecto de recuperação e adaptação a centro cultural, procurou-se, acima de tudo, manter o espírito do lugar e respeitar a construção existente.
Refira-se, a propósito, que o convento, com a respectiva área circundante, foi classificado em 1977 imóvel de interesse público.Nas zonas em que os novos alojamentos programados encontravam áreas adequadas à sua implantação, sem alterar a composição exterior, foi adoptada uma tipologia de quartos com casa de banho privativa e de quartos com antecâmara, conforme o espaço interior disponível.
Aproveitaram-se, pois, as chamadas Casa do Conde e Casa das Mesquitas, que se situam a nascente do convento e que foram ampliadas, sendo adaptadas a alojamentos, sala de estar, sala de refeições, cozinha, copa e arrumos.
No núcleo central, as construções existentes foram integralmente mantidas e adaptadas a novas funções: recepção, alojamentos e sala polivalente.
No núcleo poente, apenas o interior da chamada Casa dos Noivos foi alterado e adaptado a um auditório com capacidade para 60 lugares.
Um outro compartimento teve igual transformação, dando lugar a uma sala de reuniões com capacidade para 12 pessoas.
Concluídas as obras de adaptação a unidade cultural, o convento passou a dispor de 17 quartos duplos e duas suites, todos com casa de banho privativa, uma sala de refeições com 40 lugares sentados, uma sala de estar e bar, auditório para 60 lugares, uma sala polivalente com capacidade para 70 pessoas e uma sala de reuniões para 12 pessoas.
As salas estão dotadas de aparelhagem de som, retroprojector e projector de slides. O convento dispõe ainda de piscina exterior.


Fundação Oriente

Terça-feira, Setembro 26, 2006

PASSEIO RIBEIRINHO DO GINJAL, ALMADA



O Ginjal compreende toda a extensão da margem sul do Tejo que medeia entre a antiga estação de embarque de Cacilhas e os armazéns situados no cais, junto às escadinhas que dão acesso a Almada pela Boca do Vento, incluindo os antigos lugares do Cubalinho, Cubal e a Praia das Lavadeiras.

Esta zona ribeirinha possuía grande tráfego fluvial devido à existência, no século XVIII, de dois portos de mar na orla ribeirinha do Tejo - Fonte da Pipa e Cubal - realizando-se aí o transporte de passageiros e de mercadorias.

As mais antigas residências do Ginjal datam do final do século XVII, início do século XVIII. Foi durante o século XVII que surgiram os grandes armazéns de vinhos, vinagres e azeites, produzidos em excedente no concelho e posteriormente escoados pelo rio até Lisboa. Estas actividades são gradualmente complementadas por serviços artesanais, tanoaria, conserva de peixe, oficinas e armazéns de aprestos navais, armazéns de isco e frigoríficos.

A segunda metade do século XIX assiste à implementação e consolidação da indústria de construção naval.

De Cacilhas ao Olho de Boi, passando pela Fonte da Pipa, existe uma imensa carga histórica a preservar e um leque de projectos que visam a dinamização económica de todo este passeio ribeirinho, ligando o Núcleo Histórico ao Cais do Ginjal, concedendo uma importante posição à área da restauração, do lazer e do recreio.

Almada Informa

Segunda-feira, Setembro 25, 2006

PALÁCIO DE RIO FRIO, COSTA AZUL












O Palácio de Rio Frio foi construído no início deste século.

Na altura era uma das maiores propriedades do país produzindo essencialmente vinho.

A casa encontra-se decorada com fabulosos azulejos que ilustram o trabalho das comunidades rurais, em particular as vindimas.

As paredes da sala principal estão totalmente decoradas com coloridos azulejos típicos do Ribatejo.

A casa está rodeada por um maravilhoso jardim e por pequeno bosque, criando um ambiente calmo e relaxante.


Solares de Portugal