PONTAL DE CACILHAS: Junho 2006

quinta-feira, junho 29, 2006

BARREIRO, HISTÓRIA


Photo Guta de Carvalho

Na Ponta da Passadeira, existiu um povoado, há cerca de 5 mil anos, embora haja vestígios de ocupação humana no Paleolítico, com perto de 30 mil anos. As origens do concelho remontam a 1147 e estão ligadas aos freires da Ordem de Santiago, embora a vila em si só tenha surgido no século XVI, quando recebeu carta foral de D. Manuel I.
O seu topónimo tem relação com o local onde os primeiros “barreirenses”, pescadores oriundos do Algarve, exerciam a sua profissão: na barra do Porto de Lisboa.
Durante a época dos Descobrimentos, o Barreiro adquiriu uma importância estratégica, devido à construção naval e ao fabrico de biscoitos para as naus portuguesas.
Mais para o interior, a terra fértil da região deu origem a várias quintas agrícolas.No século XVIII, o concelho ficou marcado pelo surgimento da proto-indústria ou indústria manufactureira.
Mas foi com a abertura do primeiro troço ferroviário a sul do Tejo, em 1861, que o Barreiro viu o início do que seria um grande desenvolvimento industrial.
Desenvolvimento esse que caracterizou o concelho durante mais de 150 anos e o transformou no principal eixo na ligação norte/sul de Portugal.
Também com o surgimento do caminho-de-ferro, desponta a indústria corticeira, por volta de 1865.
Em finais desse século, o Barreiro foi um dos centros corticeiros mais importantes no país, mas, gradualmente, esta actividade desapareceu completamente do território, onde, hoje em dia, existe apenas uma fábrica, já desactivada.Já no século XX, 1907, surgem em cena as indústrias químicas, pela mão de Alfredo da Silva, e teve início a transformação que tornou o concelho num significativo complexo industrial.No dia 28 de Junho de 1984, a vila do Barreiro alcançou o estatuto de cidade.
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segunda-feira, junho 26, 2006

BARREIRO, LOCALIZAÇÃO



O concelho do Barreiro localiza-se na margem sul do estuário do rio Tejo, que integra na sua bacia hidrográfica toda a superfície do concelho barreirense.
A norte, é banhado pelo rio Tejo, desde a ponta do Mexilhoeiro até à Ponta da Passadeira e Ilha do Rato.
A sul, confronta-se com os concelhos de Palmela (zonas de Penalva e Covas de Coina), Sesimbra e Setúbal, a oeste com Seixal e, a este, com o concelho da Moita.
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sábado, junho 24, 2006

S JOÃO BAPTISTA DA RAMALHA, ALMADA










Hoje foi dia do Padroeiro de Almada ... S João Baptista.
A Capela da Ramalha tem o telhado quase a cair, mas está presente a promessa da Presidente da Câmara Municipal de Almada, Maria Emilia de Sousa, que a Capela irá ser toda reparada e voltará de novo o culto religioso.
Esta Capela de S João Baptista da Ramalha, pertence a proprietários privados, mas existem conversações no sentido do Município a adquirir.
Photos Luis Villas

sexta-feira, junho 23, 2006

MOMENTOS DA PONTE 25 DE ABRIL VI


Photo Luis Villas

quinta-feira, junho 22, 2006

MOMENTOS DA PONTE 25 DE ABRIL V


Photo Luis Villas

terça-feira, junho 20, 2006

MOMENTOS DA PONTE 25 DE ABRIL IV


Photo Luis Villas

domingo, junho 18, 2006

MOMENTOS DA PONTE 25 DE ABRIL III


Photo Luis Villas

sábado, junho 17, 2006

MOMENTOS DA PONTE 25 DE ABRIL II


Photo Luis Villas

quinta-feira, junho 15, 2006

MOMENTOS DA PONTE 25 DE ABRIL I


Photo Luis Villas

quinta-feira, junho 08, 2006

ALMADA, TURISMO


Photo Luis Villas

Almada é, pela sua História, pela sua localização e pelas suas características naturais, um local privilegiado com muito para conhecer.
O passeio ribeirinho do Ginjal oferece uma vista única sobre a capital e o Rio Tejo.
Com uma extensão significativa, esta zona possui uma vasta carga histórica, além de paisagens excepcionais.
A não perder é o Miradouro da Boca do Vento, a Fonte da Pipa e uma viagem no Elevador da Boca do Vento.
Por toda a zona ribeirinha e não só, pode-se degustar as amêijoas à Bulhão Pato, a Caldeirada Chico Bóia e os famosos Garibaldy´s.
Incontornável será a visita ao Monumento ao Cristo-Rei, 113 metros acima do nível do mar.
Este monumento, em conjunto com Santiago de Compostela e com o Santuário de Fátima, é um dos locais da Península Ibérica que maior número de peregrinos e fiéis atrai anualmente à Península Ibérica.
O Jardim Botânico, na Casa da Cerca / Centro de Arte Contemporânea, a Galeria Municipal de Arte, o Parque da Paz, o Jardim da Cova da Piedade, entre muitos outros, são alguns dos locais característicos de Almada.
Ao nível de espaços naturais, a Arriba Fóssil da Costa de Caparica, a Mata dos Medos, bem como as praias são locais de excepcional beleza.
Na tradição histórica e turística de Almada não podiam faltar as famosas procissões, destacando-se a Procissão de Nossa Senhora da Piedade (último domingo de Agosto) e a Procissão da Ramalha (23 e 24 de Junho).

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terça-feira, junho 06, 2006

ALMADA, PATRIMÓNIO


Photo Sapo

O património de Almada é muito rico, especialmente na sua vertente cultural e religiosa.
Almada está incontornavelmente ligada ao Monumento ao Cristo Rei. Situado no planalto da cidade, foi construído com base numa promessa dos Bispos de Portugal ao Sagrado Coração de Jesus: a neutralidade do país na 2ª Grande Guerra foi a condição da sua edificação.
Foi inaugurado a 17 de Maio de 1959 e possui as impressionantes dimensões de 110m por 16m.
Na Quinta do Barral, situa-se o Museu da Cidade.
Aqui, promove-se a observação e estudo da cidade enquanto ponto de encontro privilegiado de diferentes culturas, bem como a participação e dinamização cívica e a preservação da memória e das heranças culturais e históricas da região.Na zona de Almada Velha, estão situados vários museus, desde o Núcleo Museológico da Água, que mostra a evolução do abastecimento da água no concelho de Almada e tem patente uma exposição permanente intitulada "Do Subsolo à Torneira", ao Núcleo Naval, detentor de um enorme espólio referente à ligação secular da área ribeirinha ao rio a ao mar, com destaque para a construção naval tradicional em madeira.
Existe também o Núcleo Medieval / Moderno, onde se encontra um vasto espólio arqueológico e histórico relacionado com o período medieval da cidade.
A Casa da Cerca está integrada no conjunto patrimonial da Quinta da Cerca e funciona, actualmente como Centro de Arte Contemporânea.
A sua arquitectura apresenta um estilo setecentista , predominantemente barroco.
O Castelo de Almada é de origem árabe, mas, devido às inúmeras transformações que tem sofrido, da sua original edificação são muito poucos os vestígios.
É composto por um grupo de fortificações dos séculos XVI e XVII.
Ainda é visível uma torre do tempo de D. Manuel.
Actualmente, alberga o quartel da GNR.
Na Sobreda, destaque para o Solar dos Zagallos.
No reinado de D. João II, foi uma casa agrícola e sofreu várias transformações nos séculos XVIII, XIX e XX.
É composto de dois pisos, vários varandins e janelas, escadaria exterior e possui um vasto espólio de azulejos, além de um excelente jardim.
O Centro de Artes Tradicionais Solar dos Zagallos funciona nas suas instalações.
No património religioso, podemos destacar, no Largo do Monte da Caparica, a Igreja de Nossa Senhora do Monte, edifício barroco com um interior revestido de painéis de azulejos azuis recortados sobre esmalte branco.
O altar-mor possui um retábulo de talha neoclássica, onde se pode admirar uma escultura em madeira de Nossa Senhora do Monte.
Junto ao Castelo de Almada fica situada a Igreja de Santiago, antiga Igreja Matriz de Almada.
A capela-mor do monumento possui um tecto em abóbada de pedra, estilo manuelino, e o altar-mor detém algumas lápides sepulcrais e valiosos azulejos do século XVIII.
Na Caparica, situa-se o Convento dos Capuchos, mandado edificar por Lourenço Pires de Távora, em 1558 e doado depois à Ordem dos Franciscanos.
A fachada do edifício é composta por um triplo pórtico de colunas simples.
A igreja possui dois painéis de azulejos ilustrativos dos sermões de Santo António.
Em 1630, foi alvo de obras de ampliação e beneficiação.
Em 1950, a autarquia adquire o convento, onde actualmente se realizam vários eventos culturais, dos quais se destacam o Festival de Música dos Capuchos.


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