PONTAL DE CACILHAS: Março 2006

domingo, março 26, 2006

16 MEIA-MARATONA DE LISBOA I




















Photos Luis Villas

terça-feira, março 21, 2006

ALCÁCER DO SAL, TURISMO



Existem várias razões para visitar o concelho de Alcácer do Sal pois, para além do seu património construído, esta região também possui muitas riquezas naturais.
As casas baixas e pintadas de branco da Vila do Torrão, a Anta de S. Fausto ou a Vila Romana, situadas junto à Ribeira do Xarrama são preciosidades que Alcácer oferece aos seus visitantes.
A Aldeia de Santa Susana, a barragem do Pego do Altar assim como a Reserva Natural do Estuário do Sado, onde se encontra a Aldeia da Carrasqueira, com as suas habitações típicas em madeira, caniço ou "estorno" são outros locais interessantes.As buscas arqueológicas realizadas em 1976/77, puseram a descoberto ruínas de duas casas do período romano formadas por lajes de xisto e calcário, onde foram também encontradas cerâmicas dos séculos IX-VII a.C. Estas casas são todas de planta rectangular, com muros de pedra ligados por simples argila de tom castanho-amarelado.
Para uma vista sobre o rio, a cidade e a lezíria, a não perder os miradouros da Serra da Maceira, de Santa Luzia e do Castelo.
A região de Alcácer também é muito rica em termos de artesanato como os trabalhos em couro (correaria em geral, selas, carteiras e malas), peças talhadas em madeira, cestaria em verga, bancos em buinho, bordados e rendas.
Quanto à gastronomia, os pratos típicos da região são as Migas de batatas, migas de pão, ensopado de borrego, açorda, massa de peixe, ensopado de enguias e Achigã Grelhado, entre outros.
Nos doces, o destaque vai para as pinhoadas, o bolo de pinhão, as queijadas, os rebuçados de ovo e o bolo real.
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segunda-feira, março 20, 2006

ALCÁCER DO SAL, PATRIMÓNIO





Conhecer a região de Alcácer do Sal, é conhecer muito do seu património natural ou construído.
No património construído, destaca-se o castelo, monumento de construção muçulmana, na continuidade de edificações da Idade do Ferro e romanas.
Os seus muros e torres foram construídos em taipa, possivelmente datados do século XII.
O monumento possui também uma torre avançada semelhante à torre Albarran do Castelo de Badajoz.
A Igreja do Espírito Santo, composta por um belo portal manuelino, possui no seu interior uma pia baptismal com a forma de coroa real invertida. Há muito transformada em Museu Arqueológico guarda um rico espólio histórico do concelho de Álcacer do Sal.
A Igreja de Santa Maria do Castelo, fundada pela Ordem de Santiago, é um dos mais interessantes exemplares do romântico tardio (fins do século XII, inícios do século XIII), que se conservam no Sul de Portugal.
O monumento é constituído por três naves com capela-mor rectangular e, no seu interior, no lado esquerdo, abrem-se quatro portas seguidas para várias capelinhas. Possui ainda um púlpito de talha setecentista.
A Igreja de Santiago, situada em Alcácer do Sal, é constituída por uma só nave setecentista, vários painéis com representações da vida de Santiago, assim como da Virgem em azulejos azuis e brancos do século XVIII.
O Fórum Romano, descoberto em 1983, possui uma grande muralha daquele período e uma sala de planta rectangular, formada por lajes de mármore branco-acizentado.
No seu espólio arqueológico destacam-se pedaços de estátuas e frisos de molduras em mármore.
O Solar dos Salemas, mandado edificar por D. Rui Salema, foi já alvo de várias utilizações como, por exemplo, Quartel dos Bombeiros e Quartel da GNR.
Aqui encontra-se a Biblioteca Municipal composta por salas de exposições, auditório, salas de leitura, audioteca e videoteca, bar e sala de tratamento documental.
Fora da cidade, situa-se o santuário antigamente denominado de Senhor dos Mártires, que constitui um conjunto de construções iniciadas no século XIII.
A igreja é composta por um corpo rectangular, prolongado para nascente por uma capela-mor igualmente rectangular, e para poente por um alpendre quadrado, sobre o qual, se estabeleceu o coro por meados do século XVI.
Das capelas anexas existentes do lado direito, resta somente uma.
A capela-mor foi modificada no século XVIII e enriquecida com uma tribuna de madeira que faz sobressair o primitivo altar-mor forrado de azulejos.
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domingo, março 19, 2006

ALCÁCER DO SAL, HISTÓRIA



A primeira presença humana conhecida em Alcácer do Sal, teve lugar há cerca de 40 mil anos, como testemunham os artefactos recolhidos um pouco por toda a região.Mais tarde, e há cerca de 5.000 anos, Alcácer do Sal e a zona da Comporta foram ocupadas por populações do mesolítico, o que originou as primeiras manifestações de produção, quer de cereais e criação de gado, quer de troca de produtos, como cerâmicas.
Contudo, foi no período da idade do ferro que Alcácer ganhou uma grande independência, considerada nesta época um verdadeiro centro urbano com moeda própria.Com a chegada dos Romanos, seguramente antes de 133 a. C., o povoado de Bevipo, nome dado pelas populações célticas que aí residiam, passou a denominar-se "Salacia Urbs Imperatoria", ganhando o estatuto de cidade de Direito Latino.
Nesta fase conhece um significativo desenvolvimento da pesca e da indústria conserveira. No século I d.C. Alcácer mantém a sua importância com a intensa produção de sal e lãs.A antiga Salácia passou por diversas fases, constituindo-se, no período visigótico, como cidade episcopal, tendo como primeiro bispo S. Januário.Em 715, a região é ocupada pelos árabes, que aí permaneceram durante 4 séculos, tornando-a capital da sua província de Al-Kassar.
Nesta altura, tal como na romana, o porto de Alcácer voltou a ser frequentado pelas marinhas orientais e norte-africanas, facto que a manteve como um dos mais importantes centros de comércio da península.A partir do século XII, Alcácer do Sal assiste a grandes batalhas entre muçulmanos e cristãos, primeiro em 1158, com D. Afonso Henriques e depois, em 1191, com D. Sancho I. Em 1217, no reinado de D. Afonso II a povoação foi definitivamente reconquistada e em 1218 recebe a carta de foral. Dois anos mais tarde, a região foi instituída Cabeça da Ordem de Santiago.
A reconquista desta zona era sobretudo estratégica a nível geográfico, pois a cidade já tinha perdido grande parte da sua importância de outrora.Durante o século XVI assistiu-se a um enorme renascimento comercial com grande produção de sal, uma época também marcada pela exteriorização da riqueza através da construção de palácios, igrejas e conventos.

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sábado, março 11, 2006

ALCÁCER DO SAL, LOCALIZAÇÃO



O concelho de Alcácer do Sal situa-se na zona sul do distrito de Setúbal, faz parte da Diocese de Évora e integra, em termos mais vastos, a sub-região do Alentejo Litoral que, por sua vez, está incluída na região do Baixo Alentejo.
Em extensão, é o segundo maior concelho do país, confrontando a norte com o concelho de Palmela, e a sul, com o de Grândola.
A oeste é banhado pelo Rio Sado.
A este, encontra-se limitado pelos Distritos de Évora e Beja.
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sexta-feira, março 10, 2006

ARQUEOLOGIA NA COSTA AZUL



O rico passado arqueológico de toda a região náo se encontra apenas recolhido nos diversos museus, subsiste em numerosíssimas estações arqueológicas espalhadas por todo o território, umas visitáveis pelo grande público, outras apenas interessando ao especialista, outras, ainda, em curso de investigação, cobrindo um longo arco cronológico, que se estende do Neolítico até ao final da ocupação romana ou mesmo à Época dos Descobrimentos.
Da era neolítica torna-se indispensável visitar as grutas funerárias da Quinta do Anjo, no concelho de Palmela. O Calcolítico está representado nas estações do Monte da Caparica (Almada), do Monte da Tumba (Torrão), do Padrão e do Castro da Rotura (ambos em Setúbal), estando os respectivos espólios recolhidos nos museus das localidades. Uma ocupação continuada da Idade do Ferro à época romana foi referenciado em Alcácer e em Setúbal.
A colonização romana deixou importantíssimos vestígios, do chamado Porto dos Cacos (em Alcochete) até à Ilha do Pessegueiro, em Sines, passando por instalações de tipo industrial no Baixo Sado (fábricas de salga de peixe, olanas) e por santuários, termas e um hipódromo (Miróbriga). Os núcleos visitáveis encontram-se em Setúbal (no r/c da sede da Região de Turismo da Costa Azul), em Tróia (com interessante ocupaçáo paleo-cristã) e na já referida estação de Miróbriga.
Sendo escassos ou pouco significativos os vestígios encontrados de épocas posteriores ao século VI D.C., para além do recolhido nos Museus locais ou do que está em curso de investigação, em Palmela por exemplo, cumpre referir os fomos para fabrico do biscoito para os navios da era das Descobertas da Mata da Machada, no Barreiro (século XV e XVI).
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quinta-feira, março 09, 2006

MUSEUS DA COSTA AZUL



0s museus são, não apenas os grandes repositórios dos vestígios materiais do homem e do meio que nos rodeia, mas também os lugares privilegiados onde se encerra a nossa memória colectiva, mostrando a quem nos visita quem fomos, o que somos e muito do que queremos conservar para o futuro. Mercê da acertada política cultural que tem vindo a ser prosseguida pelas autarquias da região, o panorama museológico que temos para oferecer ao visitante nacional ou estrangeiro é rico e variado, respondendo às necessidades locais e permitindo uma visão ampla de uma herança natural e cultural. Das galenas de arte às reservas naturais, passando pelas colecções de arqueologia, e pela história do trabalho, um mundo de referências está à espera de si...
Se procura museus de arte tem de deslocar-se a Setúbal onde o decano dos museus da região - o Museu do Convento de Jesus - apresenta valiosas colecções nacionais e estrangeiras de pintura, escultura, ourivesaria e azulejaria que se estendem do séc. XV aos nossos dias, realizando igualmente exposições regulares de arte contemporânea. A galeria de artes visuais da Casa de Bocage, em Setúbal, e a Galeria Municipal em Almada, são os outros espaços públicos da região em que a Arte Contemporânea tem programação de destaque ao longo de todo o ano.
Se os seus interesses se orientam mais para a Arqueologia, tem de começar a visita, também, por Setúbal, onde o Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrio de Setúbal ilustra brilhantemente e com notável espólio o passado do homem nesta região desde a mais remota antiguidade. Outros valiosos museus de arqueologia existem em Sesimbra (Museu Municipal), em Alcácer (Museu Municipal) e em Sines (Museu Arqueológico Municipal), possuindo colecçóes de importância à escala nacional, sem esquecer os excelentes núcleos dos Museus Municipais de Santiago do Cacém, de Alcochete e de Almada (este ainda em organizaçáo).
Nos nossos dias, o interesse crescente pela ecologia e a preocupação pela preservação do ambiente e das actividades tradicionais têm vindo a proporcionar o aparecimento de novos tipos de museu, como os ecomuseus ou as reservas naturais, passando pela renovação da abordagem da etnografia e da própria história das sociedades. Foi neste contexto profundamente inovador que surgiu o Eco-Museu Municipal do Setúbal, polinucleado, permitindo ao visitante perceber o funcionamento de um Moinho de Maré (em Corroios) ou a construção de embarcações tradicionais (Núcleo Naval, na Arrentela). O Museu do Trabalho de Setúbal, graças a uma rica colecção de etnografia e de arqueologia industrial, tem procurado apresentar a variedade do mundo do trabalho, dedicando-se especialmente à história da indústria conserveira, tão importante nesta região nos últimos 140 anos. Outros museus municipais, como os de Alcochete (importante Núcleo do Sal, recentemente inaugurado) e de Santiago do Cacém fazem representar com destaque e originalidade a riqueza etnográfica dos seus territórios. Finalmente, uma grande lição de arqueologia industrial e de história do movimento operário pode ser obtida numa visita ao Barreiro ou a algumas fábricas do norte da Costa Azul, ainda à espera da necessária museolização.
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quarta-feira, março 08, 2006

PAISAGEM PROTEGIDA DA ARRIBA FÓSSIL DA COSTA DA CAPARICA



Ainda na Península de Setúbal, para além de um litoral caracterizado pela presença de povoações, praias, sapais ou serras, surge entre a Trafaria e a Lagoa de Albufeira, a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica. Criada em 1984 e ocupando uma área de 1.570 ha, a sua importância está principalmente ligada aos aspectos geológicos próprios da sucessão de estratos de rochas sedimentares que constituem a arriba, as mais antigas formadas há 15 milhões de anos. A amba reporta-se a uma época em que a linha de costa se encontrava mais recuada, enquanto que actualmente, devido a progressiva acumulação de sedimentos paralelamente à costa, a arriba se encontra num estado fóssil.
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quarta-feira, março 01, 2006

A COSTA AZUL E OS DESPORTOS



Na Costa Azul o mar e o rio. O mar enorme a que chamam Atlântico, o rio das embarcações típicas e das distâncias quatro barragens (Campilhas, Vale do Gaio, Fonte Cerne e Pego do Altar) formam planícies de água. As lagoas de Albufeira e de Santo André completam as superfícies azuis que fazem desta Região um espaço para todos os desportos náuticos.
Vela, windsurf, ski, canoagem, remo, surf, motonáutica, mergulho e pesca desportiva enchem de actividade e cor a Costa Azul. Clubes náuticos e centros de actividades subaquáticas são as referências e os apoios sempre necessários. Galeões do Sado e embarcaões típicas do Tejo permitem um passeio pela história e pela tradição. Os percursos náuticos constituem sempre uma promessa de surpresas, deslumbramentos e golfinhos. Golfìnhos do Sado, o símbolo e o exemplo do mar e da natureza na Costa Azul.
Nos mares da Costa Azul um ano de aventuras e descobertas, quatro estações de oportunidades, todos os desportos no Atlântico de mil formas e situações.
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