PONTAL DE CACILHAS: Janeiro 2006

terça-feira, janeiro 31, 2006

TURISMO



O Turismo será uma das apostas do Município de Almada em 2006.

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Almada Informa

sexta-feira, janeiro 27, 2006

CAPELA DE S SEBASTIÃO, AZEITÃO, COSTA AZUL



A capela de São Sebastião, na Aldeia de Irmãos é antiquíssima, do primeiro quartel do século XVI . e " foi edificada por moradores da Aldeia, com sua confraria ... cujo orago é São Sebastião ... "

Pelos relatos de Visitação da Ordem de Santiago, pode-se estabelecer com certo rigor o percurso de vida da capela, assim como do seu recheio :
1534 - Do Relato da Visitação da Ordem de Santiago :
"Visitámos a dita ermida a qual é de pedra e barro e tem de comprido cinco varas e meia e de largo tres e meia e é madeirada de pinho coberta de telha-vã a ripa é de pinho e a madeira de castanho e guarnecida de fora e de dentro de cal ... e diante da porta um alpendre pequeno e tem o altar também de pedra e cal e tem de comprido uma vara e meia e de largo uma vara ... "

1553 - Do Relato da Visitação da Ordem de Santiago :
"Visitação da ermida de São Sebastião situada em Azeitão onde chamam Aldeia de Irmãos leste oeste / que moradores da Aldeia antigamente edificaram com sua confraria ...
... tem a ermida um altar de pedra e barro forrado a dianteira de azulejos sobre um taboleiro do mesmo ... "
... Sobre ele a imagem de São Sebastião de vulto de Madeira cujo orago é a ermida ...
... o solo da ermida ladrilhado de tosco ... paredes de barro ... o tecto madeirado de castanho d'asnas telhado de valadio ;
Um alpendre que toma a dianteira da ermida os peitoriz de pedra e barro com sua entrada , madeirada de castanho ... "

1564 - Visitação da Ordem de Santiago :
"(...) sob a dita pena mandamos aos mordomos das ermidas de São Pedro e de São Sebastião que as reparem ... de tudo o que tiverem necessidade por as acharmos danificadas ... "

1662 - Autorização para se continuar a dizer Missa em São Sebastião:
A determinada altura, por falta de exibição de licença , foi proibido dizer Missa na Capela de São Sebastião. Encetadas as necessárias diligências , foi obtido o licenciamento :
A Petição :

"Diz o capitão João Pacheco de Brito e os mais moradores na Aldeia dos Irmãos do limite de Azeitão, que por mandado do Reitor do Cabido foi proibido a que não dissesse missa em uma ermida sita na dita Aldeia do glorioso Martir S. Sebastião sem se mostrar a licença ... "
... e porque a dita ermida é feita há mais de cem anos e sempre nela se disse missa ... e se não acha a dita licença. Pedem a V. S.a lhe faça mercê mandar que se lhe passe licença para poder dizer missa ... "

O Licenciamento :
" Nós Deão e Cabido da Santa Sé Metropolitana desta cidade de Lisboa, sede vacante ... Aos que esta nossa provisão virem fazemos saber que havendo respeito ao que na petição atrás escrita nos enviou dizer o capitão João Pacheco de Brito e os mais moradores da Aldeia dos Irmãos, limite de Azeitão ... havemos por bem de lhes conceder licença ... dada em Lisboa ... aos doze dias do mês de Agosto de mil seiscentos e sessenta e dois anos ... "
1720 - Visitação do enviado do Bispo de Lisboa
" Fomos informados que a ermida de São Sebastião não tem fábrica alguma e que os mordomos gastam tudo que tiram em esmola na festa sem reservarem cousa alguma para a fábrica dela, ordenamos que daqui em diante separem metade do que tirarem de esmolas e o deixem ficar em depósito para a fábrica da dita ermida, com cominação de pagarem de suas casas não o fazendo assim ... "

Em 1960 realizaram-se importantes obras de restauração e conservação, em virtude da capela apresentar um elevado estado de degradação :
- Reconstruiu-se a parede do lado Sul ; meteu-se tecto e telhado novos ; ladrilhou-se toda a capela ; fez-se uma placa para o coro e outra para o púlpito ; consolidou-se o retábulo do altar e fez-se um altar novo forrado a brecha da Arrábida . Pena é que o telhado que era à maneira Portuguesa, tivesse ficado com bastante inclinação, à maneira nórdica .
Somente em 1975 terminaram as obras de restauro, que incluíram o reboco das paredes, o forro das placas do púlpito e do coro . Neste último, foi ainda reposta a grade antiga, em madeira .
Foi pintado e dourado o retábulo do altar, concertaram-se os moveis e as portas. Foi restaurado o retábulo do século XVI, que se compõe de cinco pinturas antigas, as quais, tinham sido repintadas com sobreposição de outras. Agora, desta vez, o restauro permitiu o ressurgimento das pinturas primitivas .
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Azeitao.net

terça-feira, janeiro 24, 2006

MARGEM DA LAGOA DE SANTO ANDRÉ, COSTA AZUL



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Photo Carlos Veríssimo

sábado, janeiro 21, 2006

ALCAMÉ, COSTA AZUL, PORTUGAL



O Rancho de Varinos de Vila Franca de Xira vai recuperar, hoje e amanhã, a Romaria da Senhora de Alcamé, suspensa desde Julho de 1974. Considerada durante décadas uma das festas mais importantes do concelho, a romaria integrava desfiles de campinos e de gado, que confluíam no interior da lezíria vila-franquense - planície agrícola da margem Sul do Tejo -, onde se situa a ermida seiscentista construída em homenagem à Senhora de Alcamé. Agora, no âmbito das actividades desenvolvidas ao longo do mês de Junho para comemorar o 18º aniversário da elevação de Vila Franca a cidade, o Rancho de Varinos propôs-se reeditar a festa e conseguiu reunir os apoios da junta de freguesia, da câmara e da paróquia vila-franquenses, da Companhia das Lezírias (em cuja propriedade se situa a ermida) e da Associação Recreativa e Cultural "Os Amigos de Samora".
Esta última organização vai ceder uma réplica que possui da imagem da Senhora de Alcamé, porque a ermida tem vivido várias vicissitudes na últimas décadas, com o roubo da própria imagem original e, mais tarde, da talha dourada que decorava o altar, património que nunca foi recuperado.
Ana Serra, presidente do Rancho Folclórico de Varinos de Vila Franca, explicou que, na sua actividade como fotógrafa, já expôs vários trabalhos sobre Alcamé e que, enquanto descendente de campinos e de varinos - famílias de pescadores originários da zona da ria de Aveiro que se fixaram no Tejo -, há muito tempo que pensava na possibilidade de recuperar a romaria. A Senhora de Alcamé é considerada a padroeira dos campinos e, também, em certa medida, dos varinos, que participavam normalmente na romaria.
"As pessoas e entidades que contactámos aderiram muito bem à ideia. Verificaram que é um passo muito grande para recomeçar aquela tradição, que estava esquecida". Ana Serra possui um filme da última edição da Romaria de Alcamé, mas esclarece que "a festa não será igual" : "Em 20 anos as coisas modificaram-se, mas vai fazer-nos lembrar que existe ali a ermida e o culto da Senhora de Alcamé.
Se não tiver algumas obras, a ermida vai-se degradando e pensamos envolver o mais possível as pessoas para angariar fundos para a recuperar". A Companhia das Lezírias vai apoiar a iniciativa com a cedência do espaço, a presença dos seus campinos e de algum gado e a colocação de uma cópia do antigo retábulo no altar.
No futuro, o rancho organizador gostaria de desenvolver mais a festa, reeditar o desfile que tradicionalmente a caracterizava e enriquecê-la com o transporte da imagem da Senhora de Alcamé num barco entre Vila Franca e a lezíria. O programa para este ano prevê, na noite de domingo, uma recepção à imagem da Senhora de Alcamé e uma vigília de oração. Na segunda-feira, o convívio entre os participantes tem início às 11h00, seguido de piquenique, actuação do Rancho Folclórico de Alfarrobeira, missa (16h00), procissão em redor da Ermida de Alcamé e bênção dos campos e do gado. A partir das 17h30 haverá ainda lanche/convívio e uma actuação do Rancho de Varinos de Vila Franca.
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Photo Região de Turismo da Costa Azul
Texto O Público

quinta-feira, janeiro 19, 2006

NA TRAFARIA VÃO AVANÇAR OS PLANOS DE PORMENOR



Na Trafaria vão avançar os Planos de Pormenor, no âmbito do Estudo de Enquadramento Estratégico.
A Autarquia irá desempenhar em 2006 a realização de diligências necessárias junto ao Governo para que se realizem os projectos da sua responsabilidade, imprescindíveis ao concelho, nomeadamente :
- Construção da ligação rodoviária Pêra / Trafaria, parte do IC 32, suspensa desde 1995 e que se encontra dotada com a verba de apenas 3.750 euros no PIDDAC 2006.
- Criação de um complexo de formação na Área do Turismo no antigo Presídio da Trafaria.
- Instalação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, Campus do Monte de Caparica.
- Criação de nós de distribuição na A2, entre Almada e o Fogueteiro.
- Construção de uma nova estação ferroviária em Vale Flores.
- Encerramento dos silos da Trafaria, equacionando-se uma outra solução no quadro dos projectos âncora do Estudo de Enquadramento estratégico.
- Reconversão e Valorização da Fonte da Telha em execucação do Plano de Ordenanmento da Orla Costeira.
- Elaboração do Plano de Ordenamento da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, por concretizar desde 1986.
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Almada Informa

quarta-feira, janeiro 18, 2006

O PLANO ALMADA NASCENTE



Concluído o projecto de Plano de Urbanização de Almada Nascente, e entregue na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, em Setembro de 2005, perspectiva-se a sua aprovação e ratificação, reunindo as condições para o processo de gestão / execucação
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Almada Informa

terça-feira, janeiro 17, 2006

I CONCURSO GASTRONÓMICO DO CONCELHO DE ALMADA

A cerimónia de entrega dos prémios teve lugar no dia 15 de Dezembro.

"O Caldeiradas" na Trafaria, convenceu o júri e arrecadou o 1º lugar do Concurso Gastronómico do Concelho de Almada.
Mas na primeira edição deste certame, de fazer crescer água na boca, todos os restaurantes concorrentes foram destacados pelo júri com uma menção especial.
O Concurso Gastronómico do Concelho de Almada é uma iniciativa da Câmara Municipal, que assim pretende incrementar a oferta turística local, dinamizar o sector da restauração do concelho e promover a gastronomia como parte integrante do património cultural das populações.
O Júri foi composto por um representante das seguintes instituíções : Região de Turismo da Costa Azul, Escola de Hotelaria (delegação de Setúbal), Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal (delegação Almada), Associação de Restaurantes e Similares de Portugal e Câmara Municipal de Almada.
1º lugar O Caldeiradas, Trafaria
2º lugar A Galeria, Cova da Piedade
3º lugar Burriquito, Cacilhas
Melhor Entrada Nezy, Almada
Melhor Prato de Peixe Solar Tomaz & Filhos, Costa da Caparica
Melhor Sobremesa Moinho da Maré, Feijó
Melhor Equipamento Amarra Ó Tejo
Prémio Região de Turismo Carolina do Aires, Costa da Caparica
Prémio Júri Camões, Fonte da Telha
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Almada Informa

segunda-feira, janeiro 16, 2006

ÁGUAS DO TEJO



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Photo Anonimus

domingo, janeiro 15, 2006

MAIS PISO ANTI-DERRAPANTE



No sentido de precaver eventuais acidentes foi colocado um troço de piso anti-derrapante na Estrada Nacional 377-1, junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários da Trafaria.
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Almada Informa

sábado, janeiro 14, 2006

CONSERVAR E PODAR ÁRVORES EM ALMADA



Neste período do ano (Inverno) o trabalho externo dos elementos das "brigadas verdes" incíde, mais objectivamente na conservação e limpeza dos espaços ajardinados e na poda das muitas espécies de árvores.
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Almada Informa

sexta-feira, janeiro 13, 2006

NAMORAR O TEJO



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Photo Dias dos Reis

quinta-feira, janeiro 12, 2006

CORETO DO JARDIM DO CASTELO

terça-feira, janeiro 10, 2006

ALMADA NUMA MANHÃ NUBLADA



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Photo Luis Villas

segunda-feira, janeiro 09, 2006

RESTAURANTE AMARRA Ò TEJO, ALMADA





O panorama amarra-nos o olhar ao Tejo e a Lisboa; as propostas do cardápio, de confecção simples e alguma sofisticação, conquistam-nos o paladar. Estamos em Almada, no restaurante Amarra ò Tejo, e ficamos vivamente impressionados com a beleza do lugar e a mestria do chefe de cozinha na preparação dos peixes e dos doces.

Quem diria, em Almada, encontrarmos um restaurante assim, onde a sofisticação e alguma fantasia culinária coexistem com produtos frescos de qualidade irrepreensível, um serviço discreto de alto nível e um panorama fantástico sobre o Tejo e a sua primeira ponte, e Lisboa, que ganha em harmonia e beleza sempre que vista da "outra banda". Ao olharmos para o cardápio, depois de anotarmos a correcção da vestimenta das mesas e respectivas alfaias e a higiene exemplar de todo espaço, casas de banho incluídas, apetece concluir, ao verificarmos que são sete os pratos de peixes e carnes e 12 as sobremesas doces, que estamos num restaurante de "postres", mas isso era se estivéssemos em Espanha. Não nos precipitemos, porém, que as surpresas não acabam aqui.

Passemos à carta de vinhos. Nem nos escassos restaurantes de Portugal com uma estrela Michelin, salvo os casos da Fortaleza do Guincho e do Vila Joya (este tem duas), temos uma carta de vinhos que abre com o mítico Château d"Yquem, de Sauternes, um branco doce natural, como acontece no Amarra ò Tejo. Meia garrafa da colheita de 1999 custa 120 euros, preço de lojas de alguns comerciantes mais gananciosos. Nos restaurantes costuma ser mais caro. O resto da oferta é actualizada. O serviço de vinhos, em que se presta atenção à temperatura, necessidade ou não de decantação e aos copos aconselhados em cada caso, é igualmente de bom nível. Os preços são sensatos. Tal quer dizer que, por exemplo, o Madrigal de 2004, o primeiro branco, e que branco, da Quinta do Monte d"Oiro, de José Bento dos Santos, nos custa 28 euros a garrafa. O vinho está a mais de 22 euros no El Corte Inglés, Club del Gourmet.
Regressemos à ementa, que abre com dois "cocktails", que são bebidas frívolas e urbanas, no caso caipirinha e outra de maracujá e menta (ambas com espuma de coco e ambas a três euros), que estão bem, mas não aquentam nem arrefentam. Segue-se o "couvert" sem história (manteiga, 0,50 euros; e pão (0,35 euros); um "enchido" (lomo ibérico bellota, 12 euros, que não se provou); queijo da Quinta do Anjo, Azeitão, dos pequenos, bem bom (4,25 euros); marisco (gamba cozida, 40 euros o Kg, escolha que não se percebe, atendendo ao que se segue), gamba al ajillo (10 euros), pequenina, durinha, levemente frita em belíssimo azeite e pouco alho; e amêijoa (12 euros, ao natural e à Bulhão Pato), cristianíssima, fresquíssima, magnífica de simplicidade e sabor a à Bulhão Pato pedida. Nas "entradas", o creme de legumes (2 euros) passou-se, bem como o "vegetariano" (6 euros). O mesmo sucedeu com os pimentos à Amarra ò Tejo (5,50 euros) e os cogumelos recheados (4,75 euros). Pediram-se o pastel de queijo de cabra e o folhado de queijo Brie (5 euros cada), estaladiços e saborosos os respectivos recheios vegetarianos, e o polvo à galega (6 euros), cozedura no ponto, tempero canónico de pimentão doce e queimoso, azeite fino e sal grosso, excelente. Havia quatro peixes para a grelha num dos dias e quatro noutro (linguado, sargo, imperador, espadarte), mas nas duas refeições escolheram-se cozinhados que exigem mais do chefe Joaquim Pais e sua equipa. A saber: polvo à lagareiro; filetes de peixe galo; garoupa estaladiça (a 17 euros cada); e asa de raia e pregado gratinado (a 16,50 euros cada). Para esgotar a carta faltou provar o filete de peixe atlântico e o bife de espadarte (a 15 euros cada),. bem como o tornedó na grelha e o bife de lombo (a 17 euros cada), os únicos pratos de carne.
Começo por dizer que não me lembro, em tempos recentes, de ter comido peixe tão fresco e tão bem confeccionado, designadamente no que respeita aos pontos de cozedura e acompanhamentos, como no Amarra ò Tejo. Até o polvo à Lagareiro, com os dois tentáculos braseados, após cozedura que os amaciou, servidos em cruz sobre as batatas esmurradas e a cebola al dente, mergulhadas num azeite doce perfumado com alho, fugia à rotina. Só o queijo derretido do molho do pregado (peixe belíssimo) torna o conjunto um tanto desequilibrado e algo enjoativo. Excelentes os filetes fritos de peixe-galo mais a sua açorda de ovas, a garoupa estaladiça escondida e de suculência protegida pela cobertura de miolo torrado de broa de milho amarelo e a asa de raia, uma receita que foge à muito vista servida com a manteiga queimada. Neste caso é acompanhada de leve molho de azeite e alho, uma cebolada ligeira e batata torneada cozida. Muito bem e muito bom.
As 12 sobremesas doces dariam para outro texto. Digamos que seja a delícia provençal (5,75 euros, hexágono em camadas de biscoito com nozes, geleia de framboesa, mousse de alfazema e frutos confitados, servida com molho de baunilha e frutos silvestres), o gelado de limão (4,24 euros, com vidrado de citrinos), o cannelloni de mousse de chocolate (5 euros, com molho de café verde), o pudim Abade de Priscos (4,50 euros), o pecado de amêndoa (4 euros, com amêndoa e gila) e o mil folhas com recheio de ovos-moles (3,50 euros) provados são todos recomendáveis. Surpreendente, divertido e delicioso é o granizado de chocolate branco (5 euros, com manga, azeitona preta e umas pedrinhas de sal grosso). Não acreditam? Vão ao Amarra ò Tejo e provem.
Quem, de Lisboa, quiser ir para o Amarra ò Tejo, no Jardim do Castelo, na Almada Velha, tem duas formas de o fazer. Ou, de automóvel, pela ponte sobre o Tejo e, chegado a Almada, tomar o caminho da Câmara Municipal, seguir em frente, cortar à esquerda quando encontrar a placa a indicar a esquadra da GNR, e está quase lá. O restaurante fica dentro do jardim, junto ao miradouro, com vista magnífica para o rio, Lisboa e tudo.
Ou, muito melhor, apanhar o barco em Lisboa, no Cais das Colunas, sair no Cais do Ginjal, onde antes se ia pelas caldeiradas, percorrê-lo em direcção a Oeste, apanhar o elevador panorâmico, sair e, em cinco minutos, depois de percorrer um trecho de Almada onde ainda há sinais das quintas e casas solarengas de outros tempos, está-se no Amarra ò Tejo. Primeiro, são as sopas para o olhar; depois, as que nos confortam o corpo. A ementa é pequena, sensatamente quase só de pratos de peixe, mas a qualidade culinária e de serviço, com destaque para os vinhos, é assinalável.

TELEFONE 212730621
LOCAL Almada, Jardim do Castelo
HORARIOS Terça a domingo das 12h30 às 15h00 e das
19h45 às 22h30 (encerra Dom ao jantar).
PREÇO MÉDIO document.write( CEUR('25')) 25,00 €
TRANSPORTES Junto à G.N.R.
OBSERVAÇÕES
Especialidades: filetes de peixe-galo, garoupa estaladiça, polvo à lagareiro.
Aceita cartões. Esplanada.
COZINHA Peixe e Marisco
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Texto David Lopes Ramos (Público)

domingo, janeiro 08, 2006

CASTELO DE SANTIAGO DO CACÉM



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Photo Carlos Verissimo

quinta-feira, janeiro 05, 2006

POR CAMINHOS DE CACILHAS



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Photo Nuno Palhaes