PONTAL DE CACILHAS: Dezembro 2005

segunda-feira, dezembro 26, 2005

MIRADOURO DE ALMADA



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Photo Jose Elias

domingo, dezembro 25, 2005

MERRY CHRISTMAS



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Photo Karl

terça-feira, dezembro 20, 2005

LISNAVE, MARGUEIRA, ALMADA

domingo, dezembro 18, 2005

NA ROTA DE ÁLVARES CABRAL



A bordo da barca Nossa Senhora da Aparecida vão estar quatro amigos que se propuseram homenagear a velha arte do ar, recriando o percurso de Pedro àlvares Cabral.
A partida para o Brasil está marcada para 18 de Dezembro.
O projecto é de Alexandre Souza e Holstein que, com outros três portugueses, tem o objectivo de atravessar o Atlântico à vela.
Para isso, adquiriu em 2003 uma barca tipica de Sesimbra, construída em 1961.
Depois de um ano e meio de restauro, a cargo do mestre Acácio, a rebaptizada Barca de Nossa senhora da Aparecida, padroeira do Brasil, já foi lançada à água.
Após o primeiro passo desta aventura marítima, só falta mesmo que os quatro marinheiros se lancem ao mar, percorrendo a rota que vai passar por Tenerife e Cabo Verde até chegar a Porto Seguro, onde Pedro Álvares Cabral aportou pela primeira vez.
Mais informação em www.portugalrumoaobrasil.com

sábado, dezembro 17, 2005

SURF NA COSTA DA CAPARICA

quarta-feira, dezembro 14, 2005

PESCA ARTESANAL NO PONTAL DE CACILHAS



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Photo Jose Rendeiro

terça-feira, dezembro 13, 2005

PRAIA DO PORTO BRANDÃO







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Photo Luis Villas

segunda-feira, dezembro 12, 2005

PARA OS LADOS DO GINJAL, CACILHAS

domingo, dezembro 11, 2005

CACILHEIRO NAVEGANDO NO TEJO



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Photo Dias dos Reis

sábado, dezembro 10, 2005

A INDUSTRIA DE PREPARADOS DE PEIXE



A riqueza em peixe e sal e o clima ameno, foram factores determinantes para que a partir de meados do século I d.C., se construísse ao longo da costa marítima da Lusitânia e nos estuários dos grandes rios, um conjunto de unidades industriais de preparados de peixe.
Na Região da Costa Azul encontram- se vestígios desta actividade industrial nos estuários do Tejo e do Sado e na Ilha do Pessegueiro.Sobre o processo de fabrico e variedades de produtos fabricados, não existem muitos dados disponíveis.
Sabe-se existirem dois tipos de produtos: as conservas de peixe (salsamenta) e os molhos e condimentos de peixe nas suas diferentes variedades (garum, liquamen e muria).
As conservas eram fabricadas a partir de lombos de espécies como a cavala, a sardinha e o atum. A sua preparação era simples: os lombos do peixe eram colocados nos tanques de maior dimensão, em salmoura, durante várias semanas até ficarem impregnados de sal.
Os molhos ou condimentos, tinham por base vísceras de peixe, ovas, moluscos, ostras e pequenos peixes macerados em muito sal com mistura de ervas aromáticas (caso do tomilho).
Esta mistura era de seguida aquecida e ficava em repouso para acelerar o processo de decomposição (nos tanques pequenos e médios), cerca de dois meses até ter uma consistência colóide ou líquida.
Os investigadores pensam que os produtos que atingiam maior preço no mercado, como o garum de sangue, eram fabricados nos tanques de dimensões mais pequenas.
Os produtos finais eram embalados em ânforas e enviados para os mercados consumidores do Mediterrâneo, onde seriam consumidos como condimento pelos grupos mais abastados.
A obra dedicada à cozinha, da primeira metade do século I d.C., da autoria e Apício, inclui receitas onde se utilizam preparados de peixe, como condimento para temperar pratos de carne e em misturas com vinho.Os complexos industrias dos estuários do Sado e do Tejo, albergavam, para além das fábricas de transformação do pescado, estaleiros de construção naval (para o fabrico e reparação de embarcações de pesca e transporte), oficinas de fabrico de redes e de anzóis, olarias (destinadas ao fabrico de ânforas, de pesos de rede e de louças comuns), fornos para fabricar materiais de construção (cal e os diversos opus), salinas e as explorações agrícolas (para o fornecimento de alimentos frescos).
A actividade de transformação do pescado não funcionava, provavelmente, nos meses de clima mais instável, quando as capturas de peixe diminuíam.
A ocupação de mão de obra nestes períodos devia estar voltada para a tinturaria, através da extracção de corantes de origem marinha como o murex (cor da púrpura).
De aspectos como a organização do trabalho e a actividade empresarial, nada se sabe.
O início da produção ocorreu durante o governo dos imperadores da dinastia dos Júlios Cláudios.Conheceu um período florescente durante a época dos imperadores das dinastias dos Flávios e dos Antoninos.
O fim da dinastia dos Antoninos trouxe a instabilidade política que coincide com uma crise neste sector industrial. Muitas fábricas são abandonadas e outras foram reconvertidas (caso da fábrica da Travessa Frei Gaspar/Posto de Turismo da Costa Azul).
Neste processo de reestruturação, diminuiu a dimensão dos tanques. Ao mesmo tempo, a forma das ânforas de transporte do produto é alterada. Às ânforas compridas, com boca larga, produzidas entre o século III d.C., sucedeu uma ânfora mais pequena com uma boca de diâmetro muito mais reduzido.
As razões desta crise, que conduziu a alterações no produto fabricado, não estão ainda determinadas.

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Região de Turismo da Costa Azul

sexta-feira, dezembro 09, 2005

COSTA DA CAPARICA

quinta-feira, dezembro 08, 2005

CONVENTO DOS CAPUCHOS, COSTA DA CAPARICA



Visitando um admirável monumento: um convento franciscano do século XVI, denominado dos Capuchos.
O portal serliano é dos finais do século XVI, mas o frontão e a janela que se encontra a meio da fachada já denunciam o gosto pós-terramoto. Ladeiam a janela dois brazões, um do instituidor e outro dos Franciscanos.
Ao alto, na fachada, um nicho recebe uma escultura de Santo António. Não deixe de admirar, passado o portal, o nártex maneirista dos finais do sécu- lo XVI revestido de azulejos figurativos do século XVIII, representando cenas da vida de santos franciscanos.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

GAIVOTA DO TEJO



Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.


Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.


Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.


Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.


Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.


Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.

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Poema de Alexandre O'Neill

terça-feira, dezembro 06, 2005

PANORAMA DE ALMADA

segunda-feira, dezembro 05, 2005

VENDEDORES AMBULANTES DE CACILHAS



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Photo Jose Elias

domingo, dezembro 04, 2005

FERNÃO MENDES PINTO 1510 - 1583



c.1510: Nasce Fernão Mendes Pinto em Montemor-o-Velho. - c.1521: A família de Fernão parte (ou talvez fuja) para Lisboa. - c.1523: Em viagem por mar de Lisboa a Setúbal é aprisionado por corsários franceses - 1537: Embarca para o Oriente. - 1539: Por incumbência do capitão de Malaca faz contactos diplomáticos com o rei dos Batas e Araús. - 1542: A sua primeira viagem ao Japão, em companhia de Diogo Zeimoto, que ali introduz as armas de fogo. - c.1553: No Japão, conhece, colabora e torna-se admirador de S. Francisco Xavier. - 1554: Em Goa, entrega toda a sua fortuna aos pobres e à Companhia de Jesus, na qual ingressa como irmão leigo. - 1557: Sai da Companhia de Jesus. - 1558: Regressa a Portugal. - c.1562: Já casado com Maria Correia Brito (trinta anos mais nova do que ele), retira-se para a Quinta que comprara no Pragal (perto de Almada) - 1569: Começa a escrever a Peregrinação que será concluída em 1578. - 1583: Em Janeiro, Filipe II concede a Fernão uma tença anual de dois moios de trigo; em Julho do mesmo ano, Fernão Mendes Pinto morre no Pragal - 1614: Primeira edição (expurgada) da Peregrinação.
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Texto Vidas Lusofonas

sábado, dezembro 03, 2005

VELHO MARINHEIRO DOS CACILHEIROS



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Photo Jose Elias