PONTAL DE CACILHAS: Julho 2006

segunda-feira, julho 31, 2006

NOVEMBRO DE 2005 EM SESIMBRA I








Photos Luis Villas

quinta-feira, julho 13, 2006

GRANDOLA, TURISMO



O concelho de Grândola possui uma riqueza ambiental paisagística, onde subsistem ecossistemas de elevado valor - a Reserva Natural do Estuário do Sado, a Reserva Botânica das Dunas de Tróia e a Serra de Grândola.
O Museu Mineiro do Lousal está situado na freguesia de Azinheira dos Barros.
Na sua origem está a mina do Lousal, explorada entre 1900 e 1988, data em que foi dada como encerrada a sua actividade extractiva.
A Pata do Cavalo, situada na mesma freguesia, é considerado o maior monumento megalítico conhecido da cultura dos "tholoi", apenas superado pelo do Barro, em Torres Vedras, que pertence a uma outra civilização.
A Necrópole das Casas Velhas,em Melides, o Monumento Megalítico do Lousal, em Azinheira dos Barros, as Ruínas Romanas de Tróia, no Carvalhal, as Ruínas Romanas do Cerrado do Castelo e a Barragem Romana do Pego da Moura, ambas situadas em Grândola, são outros dos locais de destaque no acervo histórico cultural e turístico do concelho.
Grândola é também uma região rica em artesanato, destacando-se a bijuteira com raízes, a cerâmica, os cestos e alcofas em palma, o fabrico de botas alentejanas, assim como as miniaturas em madeira e cortiça e os quadros em cabedal com trevos.
Quanto à Gastronomia, no concelho grandolense, podem ser apreciados pratos como a açorda alentejana, a sopa de peixe, o ensopado de enguias ou a carne de porco com amêijoas.
As praias de Grândola são mais uma das maravilhas do concelho, nomeadamente Melides, Carvalhal e Comporta.
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quarta-feira, julho 12, 2006

GRANDOLA, PATRIMÓNIO



O património do concelho de Grândola é predominantemente religioso, mas é incontornável a importância das ruínas de Tróia.
Situam-se na freguesia do Carvalhal e apesar de existirem referências desde o século XVI, as primeiras escavações realizadas no local datam do século XVIII.
Os trabalhos arqueológicos aí efectuados puseram a descoberto vestígios de uma vida urbana intensa, onde a actividade industrial e a religião tinham o seu espaço.
A Igreja Matriz de Grândola encontra-se na Praça Marquês de Pombal. Edificada ao longo dos séculos XV e XVI, foi alvo de várias obras de reconstrução e reparação até 1990.
É composta por uma única nave com coro alto em madeira.
Possui capelas laterais cujas paredes estão cobertas por azulejos com retábulos de talha dourada e pintada.
Os tectos são forrados a madeira pintada com motivos geométricos e acolhe um retábulo-mor, de estilo neoclássico, com imagens de Cristo na cruz e de Nossa Senhora com o Menino. Na Serra de Grândola, e a dois quilómetros da vila, situa-se a Ermida da Nossa Senhora da Penha de França, um edifício religioso do Séc. XVIII, forrado com painéis de azulejos azuis e brancos e, na capela-mor, de azulejos historiados.
Igreja de São Pedro, em Grândola, apresenta uma capela lateral do estilo Gótico Alentejano, do século XVI e o seu edifício já serviu de armazém da Câmara Municipal, sendo, actualmente, utilizado para eventos de carácter cultural.
Junto à igreja ainda hoje existem casas que serviram de Recolhimento às Freiras da Ordem do Carmo.
A Capela de Nossa Senhora de Tróia, junto à Caldeira, não tem muitas informações sobre a sua construção.
Coloca-se a hipótese de, em 1482, existir nesse local uma ermida que possivelmente esteve na origem da capela actual.
Vestígio desse templo é a porta que separa as duas pequenas sacristias do edifício, num gótico tardio de finais do século XV.
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terça-feira, julho 11, 2006

GRANDOLA, HISTÓRIA



Não se sabe ao certo quando é que em Grândola datou a primeira ocupação humana, embora cerca de 40 estações arqueológicas do concelho testemunhem que tenha sido em tempos remotos.
Vestígios encontrados em Melides atestam actividade local durante o período do Bronze e no Lousal, durante o Megalítico.
Os romanos também deixaram as suas marcas: no perímetro da vila foram descobertas termas dessa época e a 2 quilómetros encontrada uma barragem.
Na zona de Tróia, existem as ruínas do que foi outrora um dos maiores centros conserveiros de salga de peixe.
Grândola medieval é um tema muito pouco conhecido, mas sabe-se que estava integrada na Ordem Militar de Santiago e que por volta de 1492 teria, em toda a extensão do seu território, cerca de 800 habitantes.
É também certa a dependência que a região teria em relação a Alcácer do Sal, até ao ano de 1544, quando D. João III concedeu Carta de Foral.
Na mesma época, Grândola tornou-se vila e passaram a integrar a região, além da freguesia de Grândola, as freguesias de Azinheira dos Barros, S. Mamede do Sadão e Santa Margarida da Serra.
As actividades económicas mais importantes da população eram a agricultura e a pecuária, e as actividades subsidiárias como a moagem, a produção de vinho, a olaria, a tecelagem e a caça.
Em 1890, Grândola tornou-se comarca e foi-lhe atribuída a freguesia de Melides, que integrava também no seu território Carvalhal e Tróia, registando assim uma nova delimitação territorial e administrativa.
Em termos económicos, a agricultura conseguiu prevalecer mas outras actividades marcavam presença, tais como as indústrias de cortiça e a exploração mineira em Canal Caveira (1863) e Lousal (1900).
Estes factores foram os causadores do grande crescimento económico e demográfico que se registou no concelho na transição do século XVIII para o século XIX, prolongando-se até meados do século XX.
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segunda-feira, julho 10, 2006

GRANDOLA, LOCALIZAÇÃO



O Concelho de Grândola situa-se no Litoral Alentejano, estendendo o seu território por cerca de 805,4 Km2, dos quais 45 km, desde a península de Tróia a Melides, são ocupados por belas praias.

Confronta a sul com o concelho de Santiago do Cacém, e a norte, com o de Alcácer do Sal.

É um dos concelhos integrados na Região de Turismo da Costa Azul e na Associação Regiões de Turismo Alentejo.


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domingo, julho 09, 2006

PESCADOR DO GINJAL


Photo Luis Villas

quarta-feira, julho 05, 2006

BARREIRO, TURISMO



A oferta turística no Barreiro divide-se entre pontos de interesse histórico ou lúdico, passeios pela natureza, não esquecendo a sua gastronomia e festas tradicionais.
Entre os pontos de interesse histórico, destaca-se o Campo Arqueológico de Coina com a Real Fábrica de Vidros Cristalinos (1719 - 1747), uma manufactura mandada construir por D. João V.
Foi considerada, na época, um importante empreendimento industrial no que se refere à área de implantação (cerca de 4000 m2), à capacidade produtiva para a época e à natureza e originalidade dos seus produtos (fornos de fusão, vidro branco, vidro verde e chapa de vidro para vidraça e espelho).
O Complexo Real de Vale de Zebro, situado na Escola de Fuzileiros Navais, era constituído por 27 fornos de biscoito, armazéns de trigo, cais de embarque e um moinho de maré de 8 moendas, além de vastas áreas de pinhal circundante.
O edifício, propriedade da Marinha Portuguesa, foi em parte consagrado ao Museu do Fuzileiro.A natureza tem também neste concelho marcas únicas.
A Mata Nacional da Machada, constituída pelo antigo Pinhal de Vale de Zebro e pela Quinta da Machada, considerada o “Pulmão da Cidade”, é um local privilegiado para actividades de recreio e lazer.
Possui um parque de merendas e diversos fontanários, para além de um Centro de Educação Ambiental e uma rede de estradas e caminhos frequentemente utilizados para práticas desportivas.
Os Parque da Cidade e o Parque Catarina Eufémia são locais a visitar pelo contraste que apresentam entre os ritmos urbanos e o contacto com a natureza.
O concelho do Barreiro oferece aos seus visitantes um leque de passeios muito vasto, entre os quais, o passeio ribeirinho Augusto Cabrita, uma zona com uma excelente vista sobre o Tejo, composta por uma zona de lazer com um parque infantil, relvados, piscinas, clube naval e locais de restauração.
Aqui também pode ser observado o moinho de vento do Jim, construído em 1827.De destacar são os Passeios de Domingo pelo Património do Barreiro, uma iniciativa realizada no último domingo de cada mês, entre os meses de Janeiro e Novembro, e os Passeio no Varino Pestarola.
Ao falar do Barreiro, não podemos descurar as suas festas tradicionais, realizadas no princípio do mês de Agosto, que passam pelos concertos musicais e pela famosa Feira do Barreiro, entre outras actividades.
Quanto à gastronomia, o Barreiro, pela sua proximidade ao Rio Tejo, possui uma oferta rica em pratos de peixe, como as caldeiradas, as massadas e as cataplanas.
Na doçaria, destacam-se a Enxovalhada do Barreiro, o Bolo de Côco e os Matateus.


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domingo, julho 02, 2006

BARREIRO, PATRIMÓNIO



Na Rua do Convento (Alto do Seixalinho), situa-se o Convento Madre de Deus da Verderena, cuja construção teve início em 1591 e terminou somente 18 anos depois.
Fundado por D. Francisca de Azambuja, sofreu várias alterações ao longo dos séculos.
Do templo original, restam o pórtico da fachada sul, a entrada principal, algumas cantarias e um conjunto de fragmentos de azulejos. Em 1995, é alvo de obras de restauro e recuperação.
A Igreja da Misericórdia, na Pr. de Sta. Cruz, foi erigida em 1569 pela Irmandade local de Misericórdia.
O edifício é pequeno, de nave única e o seu interior é revestido com azulejos do século XVIII, com destaque para dois painéis ilustrativos da vida de S. João Baptista.
O Portal da Ermida de S. Sebastião pertencia à ermida que lhe dá o nome e que foi destruída aquando do terramoto de 1755. Este elemento arquitectónico, parte integrante da Igreja de S. Francisco, a partir do século XVIII, foi construído no século XVI.
Situado na Rua Serpa Pinto (Barreiro), é feito de cantaria e decorado com motivos vegetalistas, bem ao estilo manuelino.
Em Coina, encontra-se a Capela de Nossa Senhora dos Remédios, inicialmente uma igreja datada do século XVIII e integrada na Quinta de S. Vicente.
Destruída pelo terramoto de 1755, foi reconstruída no século XX, reabrindo ao culto da santa que lhe dá o nome.
É um templo de arquitectura em estilo vernacular pombalino e possui paredes de alvenaria. Da sua construção original, ostenta ainda um alpendre em colunata arquitravada.
A Casa Museu Alfredo da Silva, antiga habitação do industrial que lhe dá o nome, alberga um acervo histórico de documentos pessoais e ligados à sua actividade.
Na década de 90, do século XX, a casa acolheu o espólio proveniente da Fábrica Sol, Alcântara.
Está situada na Zona Industrial da Quimiparque. O Armazém 117, Rua 11, Parque Industrial da Quimiparque, acolhe as Reservas Museológicas Visitáveis da Câmara Municipal do Barreiro.
Este espaço reúne um importante património móvel, relacionado não só com a História do concelho, mas também com a sua cultura.
Os Moinhos de Maré e de Vento são elementos incontornáveis do património barreirense. O Moinho de Maré mais antigo do concelho remonta ao século XV, enquanto os de Vento são mais recentes, datados dos séculos XVIII e XIX.

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